Todos os caminhos…

…me levaram a Roma.

Eu já sabia que a Itália me seduziria, assim como vi meu antigo caso de amor platônico com Nova York se concretizar. Porém, nenhuma expectativa é alta demais quando o assunto é Roma. O que você procura em uma cidade? Cultura, arquitetura, vida noturna, sofisticação, gente sorrindo pelas ruas? Acredite, aqui tem tudo isso de sobra por todo lado! E se você é daqueles que é fisgado pela boca, a farta mesa italiana não vai te deixar esquecer os dias da dolce vita.

A Cidade Eterna tem muita história para contar. E nada melhor que tomar aulas práticas caminhando pelas vielas que levam a igrejas suntuosas, piazzas magníficas e obras-primas da arquitetura mundial que se descortinam às centenas sob olhares extasiados dos turistas.

Historiadores dizem que o crescimento de Roma começou por volta do século VIII AC em torno do Palatino – uma das setes grandes colinas de Roma, de onde se veem as ruínas do Fórum Romano de um lado e o Circo Máximo do outro. Ao longo dos séculos, foram erguidos templos, monumentos e palácios no entorno da colina – inclusive, o termo “palácio” é derivado de Palatium.

As ruínas do fórum que sobreviveram aos milênios são a memória física da vida social na época do Império Romano. Caminhando pelo complexo, é possível imaginar como as pessoas viviam há milhares de anos. Aquelas mesmas construções e aqueles mesmos pavimentos eram o centro do comércio, da política, da justiça e dos hábitos religiosos dos romanos. Também foram palco para muitas das dramáticas histórias de assassinatos, vinganças e tramóias que fizeram do Império Romano uma inspiração inesgotável para épicos do cinema e da TV.

Para visitar o Fórum Romano, o Palatino e o Coliseu é necessário comprar um único ingresso, válido por dois dias. A entrada custa 9 euros e para evitar as filas (que costumam ser gigantescas no Coliseu) a dica é a bilheteria do Fórum Romano, bem menos concorrida. Se quiser conhecer o local a fundo, prepare-se para uma boa caminhada!

Tentando me localizar no Circo Máximo, a antiga arena onde aconteciam as corridas de bigas

Poucos pilares do Fórum Romano resistiram aos milênios

Não espere muita interação com as ruínas como em Petra ou Angkor Wat; o local é bastante protegido

Do alto do Palatino, é possível enxergar boa parte das ruínas do Fórum Romano; o Coliseu está ali à direita

A panorâmica mostra a metrópole que cresceu em torno das memórias de um império; clique para ampliar

No Museu do Palatino, os "caquinhos" provam que nossos descendentes habitavam aquele local há dezenas de milhares de anos. Impossível não lembrar do antigo emprego e do resgate arqueológico...

Imperadores mandavam e desmandavam por essas bandas

O templo dos gladiadores

Depois de saber onde as decisões eram tomadas, é hora de visitar o local onde o circo pegava fogo (especialmente quando Nero era o comandante da nação). O Coliseu, um dos ícones de Roma e uma das atrações turísticas mais visitadas do mundo, também está ali pertinho.

Por fora, ele impressiona pelo tamanho. Com capacidade para 80 mil pessoas, o gigantesco anfiteatro sobreviveu a dois grandes terremotos que assolaram Roma na Idade Média. A entrada revela um interior mais simples do que se pode esperar, mas tão rústico quanto a sede de sangue que movia o povo de Roma na época dos gladiadores. A arena onde as batalhas aconteciam não está lá: para que os visitantes possam entender o complexo mecanismo que levava as feras e os gladiadores por aquele labirinto subterrâneo, o centro do estádio permanece exposto.

Esta panorâmica mostra o interior do Coliseu; clique para ampliar

Poético, dramático, sangrento... como não se impressionar com um local onde a vida era constantemente posta à prova?

Mesmo com uma estrutura fragilizada pelos milênios de história, alguns eventos especialíssimos mantêm acesa a chama de entretenimento que motivou a criação do Coliseu há 2 mil anos. Em 2003, Paul McCartney trocou a lança por um violão e fez um show acústico para uma invejada platéia de 400 convidados no interior do estádio.

Sugestão do chef: Em 4:39 tem “Blackbird”, uma das minhas preferidas.

O Panteão

Antes de falar do Panteão, é necessário lembrar uma informação importantíssima para evitar micos: não confunda o Pantheon com o Parthenon. O primeiro é uma das construções mais antigas, belas e conservadas de Roma e o segundo é o templo mais famoso da Acrópole de Atenas.

Erguido há 2 mil anos em homenagem a todos os deuses da crença politeísta greco-romana, o Panteão foi doado no século VII pelo imperador bizantino ao Papa e transformado em uma igreja católica. E esse fato foi, provavelmente, a razão responsável pela preservação do templo até a atualidade. A Igreja a Santa Maria e Todos-os-Santos continua em funcionamento até hoje, motivo que garante a entrada gratuita (oba!).

A parte mais legal do Panteão é a cúpula gigantesca, considerada um dos maiores domos de concreto do mundo. O mais curioso é que o centro do domo é aberto, permitindo a entrada dos raios de sol e da água da chuva. Os quadrados em torno da abertura central formam um padrão que ficou muito famoso. E quando chove, a água que cai no piso é absorvida por minúsculos buraquinhos do sistema de escoamento.

No Panteão também estão os túmulos de grandes personalidades da história de Roma. Além do artista Rafael e do rei Vitor Emanuel, responsável pela unificação da Itália no século XIX, também foi sepultada aqui a rainha Margherita, que deu origem à famosa (e deliciosa) pizza de tomate, mozzarela e manjericão. A receita foi criada em homenagem à alteza utilizando ingredientes com as cores da bandeira italiana e acabou ganhando o nome da rainha.

O túmulo da nossa querida Margherita

Beleza pelas ruas

Se você está planejando uma viagem a Roma, tente reservar pelo menos uns quatro dias – acho que esse é o prazo mínimo para ver as principais atrações e sentir a atmosfera da Cidade Eterna. E prepare um bom par de tênis, porque você vai ter que andar muito!

Apesar do frio terrível que fazia em dezembro, no final das contas foi um bom negócio conhecer Roma nessa época. Afinal, os pontos turísticos não estavam tão cheios como na alta temporada. Pelo que me contaram, o verão torna difícil até mesmo a singela tarefa de jogar uma moedinha na Fontana di Trevi.

Por falar nisso, a fonte foi um dos monumentos romanos que mais me surpreenderam. Além das irretocáveis esculturas que a adornam, eu não esperava que ela fosse tão gigantesca. A superstição italiana diz que a Fontana di Trevi não realiza qualquer desejo – na verdade, já existe uma “tabela de pedidos” estabelecida: jogue uma moeda para voltar a Roma, duas para se apaixonar na cidade e três para conseguir um casamento com alguém de lá. A moeda precisa ser atirada de costas para a fonte – e com a mão direita por cima do ombro esquerdo!

Fontana di Trevi: um dos destinos preferidos por qualquer turista

As moedas atiradas durante o dia todo são recolhidas na madrugada e doadas a instituições de caridade

O deus grego Oceanus é a figura principal entre as estátuas da fonte

É impossível não se impressionar com o Centro de Roma. A cada curva, lá está um prédio histórico, uma igreja imponente, um monumento de cair o queixo. Para a melhor vista de Roma, vale a pena caminhar pelo Parque Gianicolo e, lá do alto da colina, observar os domos se destacando na paisagem.

Roma vista do Gianicolo: de tirar o fôlego

O enorme monumento de mármore em homenagem a Vítor Emanuel, erguido há pouco mais de 100 anos, recebe críticas dos próprios cidadãos de Roma pelo excesso de pompa

O Castelo de Santo Ângelo, outra construção romana da Idade Antiga que resistiu aos séculos

A simplicidade também tem seu lugar no conjunto de fatores que tornam Roma uma cidade tão charmosa

A bela sanfoneira dá um show na Piazza Navona

Nesta praça, sempre cheia de barraquinhas e artistas de rua, também fica o prédio da Embaixada do Brasil

Na feira do Campo de'Fiori, a sombria estátua do filósofo Giordano Bruno atrai os flashes

Histórias de Roma

Em Roma também tem muita coisa curiosa, interessante e até sem sentido para descobrir. A Basílica de Santa Maria in Cosmedin, por exemplo, é uma das igrejas mais procuradas da cidade. Mas nesse caso, o luxo não é a razão para a visita de tantos turistas. Além de ser uma das poucas construções religiosas medievais com características preservadas daquele período, a basílica é a sede de uma curiosa imagem: a Bocca della Verità. Os visitantes enfiam a mão na “Boca da Verdade” e fazem uma afirmação qualquer. Desde os primórdios, dizem que quem estiver mentindo ganha uma mordida na mão!

Basílica de Santa Maria in Cosmedin, uma igreja que preserva as características da Idade Média

A Bocca della Verità: é melhor não arriscar e falar a verdade

O trânsito de Roma é uma atração à parte. Todo mundo sabe que, como os brasileiros, italianos adoram carro. O problema é que as ruas estreitas e sem calçadas da cidade não dão mais conta da quantidade de veículos! Por isso, as lambretas e aqueles carrinhos “Smart”, de dois lugares, são vistos aos montes. E o exame prático de direção deve ser difícil como concurso público no Brasil, porque é necessário ter muita habilidade (e paciência) para estacionar!

Os disputados paralelepípedos da Piazza della Repubblica

A maior parte das ruas de Roma é assim: estreita, sem calçadas e tomada pelos carros estacionados. Cuidado, pedestre!

Uma boa dica para conhecer fatos curiosos e interessantes de Roma (ou qualquer grande cidade) é participar de um Free Tour. É uma caminhada turística normal conduzida por um guia, mas com uma grande vantagem: é mais ou menos de graça. No final do tour, você dá uma gorjeta para o guia e fica tudo certo! Recomendo o “New Rome Free Tour”, que começa diariamente às 17h30 nos “Spanish Steps”. Informações atualizadas neste site.

O guia Stefano informa que há dezenas de bicas como esta em Roma e que a água é potável; o jeito certo de beber é tapar o buraco inferior, fazendo com que a água saia em direção à boca do usuário por um orifício superior

Nas bancas de jornal de Roma, faz sucesso o calendário com os padres-galãs

WTF?! Soldadinhos nazistas e até o Hitler são expostos na vitrine da loja de miniaturas

Essa Fanta é Fanta! Aqui na Europa, o refrigerante de laranja não tem corante e é amarelo

Parece que o James Bond deixou o Aston Martin em casa...

“Ciao, Amicos”

Viajar sozinho é um desafio. Além da saudade da família e dos amigos, existe também a questão da companhia. Depois de conhecer tanta gente ao longo desses meses rodando o mundo, descobri que a alegria de fazer amizades é proporcional à tristeza da despedida.

Comecei a perceber que, conforme a viagem avançava, algo em mim evitava um contato mais profundo com gente nova para não ter que passar novamente por aquele cansativo e deprimente momento do adeus. Ir embora ou ver os amigos partindo a cada semana (ou às vezes em dois, três dias) é chato, cansa, estressa.

Mas em Roma, foi mais forte que eu. Meio por acaso, como sempre acontece nos hostels, acabei me juntando a um grupo de mais cinco viajantes que também não se conheciam, mostrados na foto acima: Rubi, Ben, Lanay, Kimmi e Eric.

Depois de um dia de caminhada intensa pelo Vaticano e por todo o Centro de Roma, a noite caía na Piazza Espagna. Para vencer o frio daquela tarde, já havíamos comprado (e consumido) algumas garrafas de vinho. E com esses amigos americanos, aprendi que há uma escala de nível alcoólico em inglês:

1) Tipsy (alegrinho)
2) Drunk (bêbado)
3) Wasted (completamente bêbado)
4) Shitfaced (o nome já diz tudo)

Digamos que todos nós já estávamos no nível “tipsy” quando percebemos uma aglomeração na escadaria da Trinitá dei Monti (muito conhecida em inglês como Spanish Steps) e vimos que um espetáculo de ópera estava prestes a começar no meio da rua. É claro que tomamos nossos assentos nos degraus e ficamos por ali, aplaudindo os cantores líricos, bebendo vinho e agradecendo pela sorte de dividir um momento tão especial uns com os outros.

O espetáculo de ópera na Scalinata Trinitá dei Monti

Mesmo sem a certeza do reencontro, percebi que momentos como este compensam qualquer despedida

Seja jogando conversa fora às margens do Rio Tibre...

...ou disputando uma partida de Beer Pong...

...cada momento valeu. Até a participação especial das duas brasileiras empolgadíssimas!

É claro que o dito “antes só do que mal acompanhado” é válido. Já conheci muita gente bacana pelo mundo, mas em compensação rogo para não rever nunca mais alguns poucos. Sozinho você tem liberdade para ir aos lugares que te interessam e ficar por lá quanto tempo considerar necessário. Ao mesmo tempo, não é obrigado a ver as telas pintadas na adolescência por aquele artista abstrato de que nunca ouviu falar.

Mas se vocês já perceberam, sempre dou mais valor ao conhecimento transmitido pelas pessoas do que pelas coisas. A divertida atriz Susana Vieira, responsável por pérolas valiosíssimas como a afinada versão ao vivo de “Per Amore” e o auxílio à repórter que “ainda estava começando” no Vídeo Show, disse algo muito lúcido há alguns meses numa entrevista ao Fantástico: “Chegue à Torre Eiffel sozinho. Agora chegue com uma pessoa: uma mãe, um irmão, um amigo, um amor. Não é diferente?”

É mesmo diferente. Algumas cidades, como Istambul, conheci sozinho. É uma bela cidade, claro, mas não me marcou. Há exceções, lógico: Quando o sol nascia em Angkor Wat, eu também estava sozinho. Mas foi tão tão único que a memória daquela alvorada não perecerá. E Roma… bem, por tudo que vocês leram aqui acredito que dei razões suficientes para que entendam que me apaixonei por esta cidade.

Em meio a isso tudo, depois de tantos meses a saudade do Brasil era grande. E para deixar tudo mais complicado, o Natal já estava logo ali… no próximo post, você vai descobrir como consegui passar o fim de ano longe de casa.

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31 respostas para Todos os caminhos…

  1. Manoela disse:

    Ola Fellipe!
    Eu e meu namorado vamos passar 4 dias em Roma, em junho, queria uma dica de uma boa localização para hospedagem! O que tu acha do Air bnb?
    Tb somos de Poa! hehehe

    Obrigada
    Beijos
    Manoela

    • Fellipe Faria disse:

      Oi Manoela!
      EU fiquei perto da Estação Termini, que dá acesso a pé à maioria dos pontos turísticos e tem estação de trem e metrô. É bem baratinho. A desvantagem é que é tipo centrão, então não é o lugar mais bonito e seguro da cidade. Uma outra opção boa e barata é ficar no próprio Centro Histórico, ali nos arredores da Fontana di Trevi. Também tem muita opção barata. E tem a região de Trastevere, que não é turística, mas dizem que é excelente pra ficar.
      Nunca fiz AirBnB, mas faria com certeza dependendo da viagem. Boa sorte e depois conta como foi! 🙂

  2. Manoela disse:

    Olá Felippe!
    Eu e meu namorado vamos ficar apenas 4 dias em Roma, em junho, gostaria de uma dica de melhor localização para hospedagem! O que tu acha do Air bnb?
    Tb somos de Poa! hehe

    Obrigada!
    beijos
    Manoela

  3. Karla disse:

    Fellipe, Boa tarde! Estou indo à Roma em Fevereiro. E como serão apenas 6 dias, estou pegando todas as dicas possiveis!! E seu blog está me ajudando bastante. Quando vc disse acima sobre: “Para visitar o Fórum Romano, o Palatino e o Coliseu é necessário comprar um único ingresso, válido por dois dias. A entrada custa 9 euros e para evitar as filas (que costumam ser gigantescas no Coliseu) a dica é a bilheteria do Fórum Romano, bem menos concorrida.” Você se refere ao Roma Pass? Agradeço se puder responder. Karla

    • Fellipe Faria disse:

      Karla, na verdade não é o Roma Pass. Na bilheteria desse conjunto de atrações, um ingresso vale para todas as entradas. Acho que o Roma Pass é aquele bem mais caro, que libera a entrada para outras coisas. Na verdade não indico muito esses passes (quase toda grande cidade turística tem o seu), especialmente se o tempo é curto. Acho que acaba amarrando muito sua viagem e você fica com pouco tempo pra viver suas próprias experiências no local de forma mais solta (no final, seu roteiro vai ser meio parecido com o de milhões de outros turistas, né)?
      Espero que possa ter ajudado!
      Abraço!

      • Karla disse:

        Entendi! Eu consigo comprar por site antecipadamente, para evitar filas? do Vaticano eu consegui comprar. Estou tentando maximizar meu tempo o possível rsrsrs. Obrigada novamente, pela ajuda.

      • Fellipe Faria disse:

        Karla, não tenho a menor ideia! Espero que sim, haha. O que posso te sugerir é pra NÃO COMPRAR NO COLISEU! As filas são enormes! No Fórum Romano estava totalmente vazia quando eu fui e me disseram que é sempre assim… 😉
        Grande abraço!

  4. Gustavo Miranda disse:

    Valeu cara, gostei muito ja me da uma ajuda pra escolher meu roteiro.
    Mas vc nao falo do Vaticano(pelo menos nao vi, nao deu tempo de TUDO)
    Dizem que uma missa do Papa é muito bonito!
    O que vc acho? me de umas dicas ai!? obrigado
    E vc conhece varios lugares tbm, o que tem pra falar de Amsterdam, Madri e Barcelona?
    me manda um email qqler coisa gustavo@buchaisa.com.br

  5. Isadora disse:

    Fellipe, achei o blog esses dias, super por acaso, e estou encantada! Isso tudo é um banho de motivação para quem quer por a mochila nas costas e sair mundo a fora.
    Parabéns pela coragem !

    Isadora.

    • Fellipe Faria disse:

      Isadora, espero que todo mundo faça isso… tô vivendo a melhor experiência da minha vida! Agora tá quase na hora de voltar e os sentimentos estão todos misturados. Aprendi demais, mas quero viajar muito mais. Espero que você também coloque a mochila nas costas e me conte por onde anda! Abraço

  6. Bicas disse:

    Agora veja: Padres galãs de calendário! kkkkkk
    Depois vem os “puritanos beatos” falar da popularização da música cristã. Nos ultimos tempos (a TV brasileira não cansa de exibir os novos lançamentos das gravadoras).
    Já sendo meio “mãe Dinah” vejo o tempo em que os calendários de oficinas de Roma terão as “noviças rebeldes” estampadas… kkk
    Adorei este post!

  7. Fernanda disse:

    Ola Fellipe! Roma, assim como a Italia eh um sonho. Eu tive a oportunidade de morar ai, quando finalmente me tornei italiana (nos documentos tambem). Eu sei bem como eh essa parte de despedidas. Coincidentemente escrevi um post so sobre isso esses dias. Ja derramei tantas lagrimas dizendo tchau a pessoas queridas que me acompanharam pelo caminho. Sorte sua que nao se apaixonou tb, ai vc ia ver o que eh tristeza. Ainda faltam 2 meses para mim e queria umas dicas suas. Vc lembra os lugares que ficou em Ko Samui, Petra, Istambul? Pq nesse ultimo, eu ja fui porem fiquei num hotel. Dessa vez quero ficar em um hostel. Outra coisa que muito me interessou eh saber desse curso de marketing que vc fez na Inglaterra. Poderia me passar uns detalhes? Duracao, local, nome da escola, preco e etc? Eu estou procrastinando ao maximo minha volta ao Brasil e minha viagem termina em Londres anyway. beijos e obrigada! Fernanda (Viajante)

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Fê! E quem disse que eu não me apaixonei? Hahaha, brincadeirinha!!!
      As informações que você pediu: Em Koh Samui fiquei num hostel meio carinho mas muito bom chamado iBed, em Petra fiquei em um hotel chamado Rocky Mountain (bem bom, mas o tour do deserto só no CLEOPETRA) e em Istambul fiquei num chamado Harmony Hostel, mas não curti – na verdade, foi o lugar que menos gostei até hoje (só perde pros muquifos de Hong Kong). Vou te encaminhar um e-mail com as informações sobre o curso, acho que você vai curtir!

  8. Verônica disse:

    Bôl, até chamei meus pais para verem suas fotos! Maravilha, coisa linda, emocionante (você e Roma, haha). Beijão!

  9. Paper disse:

    juro que não esperava tanto de Roma! =o muito bom..
    e que medo da Bocca della Verità!

    e como não amar beer pong?? quanto mais wasted mais engraçado fica…ahahahaha

    • Fellipe Faria disse:

      Pois é, quando sobra um copo só é um verdadeiro Deus nos Acuda! E nesse dia a gente avançou algumas casas na escala americana de alcoolismo, hehe. Abraço!

  10. Daniel Santiago disse:

    Muito legal! Aumentou ainda mais meu desejo de conhecer Roma…

    E esse video da Susaninha? Não tinha visto… muito bom!

    abração!

  11. Ahhhhh q sonho! Juro que me emocionei lendo este post! Linda, linda, linda e encantadora Roma! Impossível não se apaixonar…
    Vou te falar q vc ficou até mais elegante aí hein! Todo cheio dos cachecóis e casacos…uma belezura só! “Finesse” total! rsrsrs
    🙂
    bjus Bolshoi!

  12. Muito bom o post!!!
    Roma já era uma das cidades que eu queria conhecer…agora com esse post, deu mais vontade ainda! ahahah
    Adorei a escala de álcool!!! Booooooom saber!uahsuahsuhas

    Muito bom fazer amigos, né Fellipe?
    Viajar sozinho te dá muita liberdade, mas boas risadas não tem preço!!!

    Espero pelo post do Natal!!!
    E em qual cidade você está agora, hem?!

    Boa viagem, querido!

    Bjs!

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Letícia! Confirme Roma no seu roteiro, é mesmo um dos lugares mais bonitos que já vi. Agora estou em Bournemouth, uma cidade no Sul da Inglaterra. Tô terminando um curso de Marketing e volto para o Brasil em fevereiro… mas ainda tem bastante assunto aqui no blog! Aguarde!!!
      Beijo

      • Pode deixar! Não vou deixar de visitar jamais! Rs
        Huuum que legal. Então o mochileiro aproveitou para estudar?! Rs. Muito bom!

        Continuarei acompanhando. Entro no blog todos os dias para acompanhar as atualizações!!! Está tudo muito legal!

        Bjs!

  13. Kécia disse:

    AMEI sua descrição Fellipe!!
    Sou suspeita pra falar pq já fui em Roma 5x na época em que morava em Torino e em todas me sentia sempre fascinada pela cidade, pela história e pelos monumentos divinos.
    O que mais me marcou foi o Coliseu e a Fontana de Trevi!
    Numa das vezes estava tendo desfile de moda na Piazza Espagna e foi muito lindo pois tudo estava decorado com muitas flores, especialmente tulipas.
    Roma é linda de se ver no inverno e princ. no verão!
    Obrigada por me fazer relembrar tantos bons momentos que vivi por lá.
    Adorei a sua turma, que povo animado!!
    Bjo!

    • Fellipe Faria disse:

      Kécia, grande coincidência. Foi justamente em Torino que passei o Natal! Acho que todo mundo gosta de Roma, não tem jeito… agora quero voltar no verão, haha! Beijão

      • Kécia disse:

        Nossa, que legal Fellipe!
        Torino é muito linda na época do verão e primavera mas no inverno….rs (me batia sempre aquela melancolia e intensa saudades do Brasil). Morei 4 anos lá e conheço bastante a cidade.
        Mesmo nessa época tem programas legais para se fazer como parque Valentino e castelos, sem falar no museu egípcio que vale muito a pena conhecer.
        Fico feliz que tenha aproveitado uns dias no ambiente “torinese”, meu filho nasceu lá e tenho gratas recordações!
        Beijo.

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