O Vaticano é pop

Minha chegada a Roma era cercada de expectativas. Afinal, a capital da Itália foi o epicentro de diversos acontecimentos registrados na história da humanidade. O Mochilão vai revelar como imperadores, guerreiros, gladiadores, políticos e religiosos fizeram de uma simples caminhada pelas vias romanas um espantoso contato com o passado de todos nós. Para começar, este post conta os detalhes da visita à menor nação do mundo: a Cidade-Estado do Vaticano, sede da Igreja Católica.

Sob o comando do Papa Bento XVI e com uma população de apenas 800 habitantes, o Vaticano é também o Estado menos populoso do planeta. O mapa ao lado mostra o pequeno território do país, estabelecido em 1929 por meio do Tratado de Latrão (um acordo entre a Santa Sé e o infame ditador italiano Benito Mussolini, que oficializou a soberania do Vaticano). Mesmo em um espaço tão limitado, há muita coisa para ser vista entre os muros da Praça de São Pedro.

O jeito mais fácil de usar o transporte público de Roma para chegar ao Vaticano  é pegar a linha vermelha do metrô e parar na Estação Otaviano. E foi o que eu fiz, junto com mais seis gringos que também estavam no  hostel. Enquanto aguardávamos a chegada do trem e conversávamos amenidades, um rosto conhecido se destacou no meio da plataforma. Olhei de novo e voltei a reparar naquela mulher magrinha, que em nada lembrava as voluptuosas personagens que foram parar na boca do povo no último ano. Mas não restavam dúvidas – a moça com carinha de sono era mesmo a atriz Deborah Secco, que aguardava o trem com o marido Roger em meio a dezenas de outros mortais. Expliquei aos amigos estrangeiros que aquela era uma celebridade brasileira e eles morreram de rir. Claro que não perdi a oportunidade de pedir uma foto!

Atriz da Globo também pega metrô!

Logo depois da tietagem, o trem chegou e seguimos para o Vaticano. O acesso principal à Praça de São Pedro é a atual Via Della Consiliazione, uma rua larga de frente para a Basílica. A construção desta rua, finalizada na década de 1950, foi mais uma das polêmicas ideias de Mussolini. Muitos fiéis e especialistas criticam a criação da via porque o arquiteto Gianlorenzo Bernini projetou a Praça de São Pedro no Século XVII segundo as características do Movimento Barroco. E de acordo com o projeto original, os peregrinos e visitantes só visualizavam a grandiosidade da Basílica e do pátio depois de percorrer ruas estreitas, garantindo uma grande surpresa no primeiro contato com a imponência da sede da Igreja. A foto abaixo, do início do século XX, dá uma idéia de como era chegar à Praça de São Pedro antes do estabelecimento da Via Della Consiliazione.

Repare que havia casas e construções em frente à Basílica de São Pedro, garantindo que os fiéis só avistassem a grandiosidade do Vaticano ao chegar à praça

A foto atual mostra o resultado da obra de Mussolini: de longe já é possível ver toda a fachada da Basílica de São Pedro, o que impede a surpresa do primeiro contato, fundamental no projeto inicial de Bernini

Mas não há Mussolini que impeça os olhares admirados dos visitantes na chegada à Praça de São Pedro. Além da imponente fachada da Basílica, também é espantosa a constatação da quantidade de estátuas centenárias espalhadas pelo local. Dezenas delas circundam os fiéis, atraindo flashes de todas as câmeras. Para garantir a segurança do Estado, pouco mais de 100 oficiais compõem as Forças Armadas do Vaticano. Os soldados da Guarda Suíça são trazidos do exército daquele país, não podem nunca dormir fora do Vaticano e usam um uniforme que costuma chamar atenção.

As estátuas atraem os olhares e os flashes dos turistas

Dezenas delas circundam a Praça de São Pedro, todas com suas próprias características

A famosa fachada da Basílica de São Pedro

Fiéis fazem fila para entrar na basílica e conferir o interior da igreja

Ao lado do obelisco do Vaticano, um simpático pinheiro lembrava que o Natal estava chegando

Mesmo no frio, os soldados da Guarda Suíça chamam atenção pelo colorido uniforme

Habemus Papam!

Ir ao Vaticano e não ver o papa é como ir à Disney e não ver o Mickey. E pelo que me informei, há duas maneiras mais conhecidas para ver o sumo pontífice com seus próprios olhos: Comparecer à Praça de São Pedro num domingo ao meio-dia ou reservar seu ingresso para a audiência pública das quartas-feiras. Dizem que às vezes os guardinhas da foto acima também distribuem ingressos para os lugares que estão sobrando nos dias de audiência. Um colega meu foi e contou que o Papa fica a uns 60m de distância, faz o discurso em várias línguas e no final abençoa os participantes. Para quem tem interesse, há mais informações para a audiência papal neste link.

Minha primeira visita ao Vaticano foi justamente numa manhã de domingo. Eu imaginava que os fiéis estariam reunidos aos milhares em frente à Basílica e o papa apareceria lá de cima de uma sacada, mas não foi bem assim. Quando cheguei à Praça de São Pedro, passei por uma rápida revista e percebi que a multidão olhava para um prédio lateral. Lá no alto, uma distante janelinha estava aberta. Uns cinco minutos depois do meio-dia, finalmente apareceu ao longe um pontinho branco. A voz que lia os primeiros proclames em italiano era mesmo a do Papa Bento XVI, mas aquela silhueta estava tão distante que ninguém repararia se aquela manchinha alva fosse uma mãe-de-santo. Mesmo assim, a galera vibrava. Caravanas de todo o mundo se agrupavam e vibravam quando eram citadas por Joseph Ratzinger. Alguns fiéis assustariam até as fãs mais fervorosas de Justin Bieber. No final de seu discurso, o papa abençoa os visitantes e desaparece por trás das cortinas da janelinha. Logo a multidão se espalha e todos estão prontos para cometer mais alguns pecadinhos.

A Basílica está ali à esquerda, mas aos domingos os olhares são desviados para a distante janelinha lá no alto

“Será o Benedito”? Mesmo com um zoom de 10x, fica difícil afirmar com certeza se esse era mesmo o papa ou um dublê contratado

Caravanas costumam levar faixas e cartazes; Os fiéis mais animados puxam o coro: “Viva il Papa”!

Museu do Vaticano: arte por todos os lados

A visita ao Museu do Vaticano é um daqueles momentos em que até o mochileiro mais pão-duro tem que enfiar a mão no bolso. A Capela Sistina, os afrescos de Michelangelo e Rafael e outras obras são imperdíveis. Algumas dicas: O museu não funciona aos domingos (com exceção do último domingo do mês, quando a entrada é gratuita!). O ingresso normal custa 15 euros, mas estudantes com carteirinha internacional pagam meia.

Como de costume, já cheguei ao museu causando tumulto. Num dos jardinzinhos do local, uma guia turística explicava (em inglês) a um casal o significado de uma grande esfera de metal ali instalada. Peguei a explicação pelo meio, mas vi ela dizendo ao cara que ele podia pular as correntes que impediam o acesso à obra para girar a esfera. E assim ele fez. Como eu também queria rodar aquela bola gigante, esperei o rapaz sair e pedi a um dos colegas do hostel para tirar uma foto. Quando botei a mão na bolota, comecei a ouvir uns gritos: “Scusa? Scusa? Scusa”?

Olhei para o lado e vi um guardinha olhando para mim. Com um inglês literalmente macarrônico, ele me disse que eu não podia estar ali. Na mesma hora lancei um olhar enfurecido para a guia turística, que deu de ombros e ainda disse: “Você tinha que pedir”. O que eu fiz? Pedi, lógico! E o que o guarda disse? “NÃO”, lógico! Depois que o povo do hostel já estava rolando de rir do meu vexame e eu já estava a alguns metros dali, o segurança me cutucou e permitiu que eu finalmente girasse a tal bola de ferro. Moral da história: não confie na descrição surrupiada de guias turísticos que você não contratou, pois você pode pegá-las pela metade.

A bola da discórdia: tem coisa que só acontece comigo mesmo…

Demorou para que minha cara perdesse o vermelho que a vergonha estampou, mas ainda havia muita coisa para ver por ali. Começamos a jornada pelos corredores e escadarias do museu, que é realmente impressionante. O acervo inclui artefatos egípcios, belas esculturas, telas modernas… mas o que mais chama a atenção são as dezenas de pinturas nas paredes e nos tetos, especialmente os afrescos de Rafael e Michelangelo.

Bronze, mármore, ouro… material de todo tipo no acervo do museu

Cada sala traz uma surpresa diferente. Venha com os olhos descansados

O visitante corre o risco de ir embora com torcicolo, pois alguns dos trabalhos mais belos estão no alto

Neste afresco de Adão e Eva, o fundo é coberto por um mosaico dourado

Muitas cenas bíblicas são representadas nas pinturas

Obra-prima do Museu do Vaticano, a Capela Sistina é a última etapa de uma longa caminhada por anos de história e fé representados nas obras de arte pelo caminho. Os últimos corredores antes da chegada à sala cujo teto consagrou Michelângelo são quase anestesiantes. Tapeçarias, incríveis afrescos e enormes mapas de navegação pintados nas paredes são tão surpreendentes que podem frustrar expectativas muito altas na chegada à Capela Sistina.

No corredor imenso e cheio de obras de arte, ninguém sabe direito para onde olhar

Ao entrar na Capela Sistina, todo mundo é avisado pelas placas: fotografias são proibidas. Para reforçar, um guardinha italiano grita o mantra “no photos, no photos” constantemente com um sotaque acentuado. O mais engraçado é que, mesmo assim, todo mundo saca a câmera na maior cara de pau. Os orientais são mais sem-vergonha e chegam até a utilizar o flash – aí é claro que o esporro vem a galope, né? Como eu já estava plenamente satisfeito com a bronca da bola de ferro, fui mais discreto. Mas também não perdi a chance de registrar minha passagem pelo ponto alto do Museu do Vaticano.

Ignore minha cabeça e repare no detalhe mais famoso do afresco de Michelangelo ali no meio

O artista deve ter tido trabalho… a capela é bem grandinha!

A Basílica por dentro

Para encerrar a visita ao Vaticano, nada como uma passadinha na igreja onde o papa costuma rezar a missa. Assim como a fachada, o interior da Basílica de São Pedro é muito bonito. Mais obras de arte estão expostas no edifício. A Pietá, escultura mais famosa de Michelangelo, é exibida atrás de um vidro desde que um maluco entrou na igreja com uma marreta gritando “eu sou Jesus Cristo” e danificou a estátua – o pior é que os fiéis que estavam na igreja surrupiaram os pedacinhos de mármore e levaram embora como souvenir, o que atrasou a restauração. Para se ter uma ideia, o nariz da escultura da Virgem Maria teve que ser reconstruído com um pedaço de material retirado das costas.

A Basílica de São Pedro vista por dentro

Fiéis acarinham os pés da estátua de São Pedro, o primeiro papa

Para realizar a limpeza desta estrutura em frente ao altar, é necessário içar o funcionário com a ajuda de um guindaste

O quadro lista os papas que foram sepultados neste local: o primeiro foi o próprio São Pedro

Perceba o tamanho (e a beleza) do recipiente onde fica a água benta

A Pietá de Michelangelo: depois do ataque de um maluco, a escultura ganhou proteção de vidros blindados

O Vaticano tem uma importância muito grande para a Igreja Católica. Parte essencial das raízes da religião difundida por São Pedro é ligada a este local, que já foi palco de acontecimentos históricos muito importantes. Ainda assim, é inevitável pensar nas contradições que residem no interior da Praça de São Pedro. Se “dos pobres é o Reino dos Céus”, será que o paraíso está destinado aos 800 habitantes desta nação, que possui algumas das mais valiosas obras de arte do planeta e propriedades espalhadas pelo mundo todo?

A superficialidade turística, encontrada em qualquer país, também faz vítimas por aqui. Em uma das paredes da Basílica há uma pedra quadrada, parecida com um azulejo, sob uma cruz dourada. Como uma fila grandinha se acumulava em frente àquele tijolo cinza para que os “fiéis” pudessem tirar fotos com a mão na pedra, decidi descobrir o motivo de tamanha peregrinação. A surpresa: perguntei para cerca de 20 pessoas na fila e ninguém – absolutamente ninguém – sabia o que havia de tão importante ou sagrado naquele tijolo!

E se você pensa que isso foi motivo para desistir de encarar a fila…

Claro que também botamos a mão na pedra. O pior é que nem o Google me ajudou a descobrir o que tem de tão importante nessa parede de cimento!

Por tudo isso, deixo uma singela conclusão aos turistas mais católicos. A Cidade-Estado do Vaticano é interessante, bonita, curiosa. Se você procura um lugar rico em arte, história e cultura para o visitante, seja lá qual for sua crença, a morada do papa vai te deixar bastante satisfeito. Mas se o que você procura de verdade é espiritualidade e um contato intenso com a fé cristã, acredito que Jerusalém vai te impressionar muito mais.

No próximo post, conto tudo sobre Roma, mais uma cidade que entrou na minha lista de favoritos. Até lá!

UPDATE:

Uma leitora acaba de solucionar um dos maiores mistérios contados neste blog: a parede de cimento que formava filas de fiéis na Basílica de São Pedro cobre uma das portas santas da Igreja Católica. A parede é derrubada pelo Papa a cada 25 anos, quando a igreja celebra um Ano Santo. Como o Papa João Paulo II abriu a porta em 2000, só em 2025 voltaremos a ver a porta oculta atrás da parede. Mais informações na Wikipédia. Obrigado, Márcia!

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33 respostas para O Vaticano é pop

  1. valdir luiz zimmermann disse:

    bela viagem meu rapaz gostei de ver a sua simplicidade em comentar a sua viagem me deu a impressao em tudo parecia que estavamos juntos nessa empreitada parabens pra ti abracos valdir luiz zimmermann

  2. Francisco Loureiro disse:

    Bom dia, será que alguém poderia me ajudar? Vou a Roma, e gostaria de ver o Papa. Estou saíndo de Paris num domingo e vi um voo que chega 9:00hs,no Fiumicino, dai vou para o Hotel/ Términi, deixar as malas,Daí vou para o Vaticano, e acho que daria para chegar 11:00hs na entrada do Vaticano. Será que eu consigo ver o Papa, ou já não teria mais lugar e o acesso seria complicado? Agradeço pois ainda não comprei os bilhetes Paris – Roma.Grato/ Francisco

    • Fellipe Faria disse:

      Francisco, comigo a entrada foi rapidinha. A revista foi tipo aquelas de boate, só algumas batidinhas no corpo. Da entrada do Vaticano ao lugar em que fiquei não demorei nem 10 minutos. E quando eu fui, a praça não estava assim tãããão lotada quanto se pode imaginar (isso não acontece em ocasiões especiais e feriados católicos, imagino). Agora, se você quer mesmo adiantar o processo, o negócio é ir de táxi, né? Aí acho que dá tempo sim! Boa sorte!!!

  3. Lygia disse:

    Oi Fellipe!
    Olha eu pedindo dica um tempão depois do post ahahahhaa… Mas é que to me preparando pra um mochilão exclusivamente italiano, então estava pesquisando e seu blog surgiu…
    Qual o hostel que vc ficou em roma? Achei alguns interessantes, mas como nunca fui, não sou muito situada em ‘direções’ – o que mais me importa é ficar em um que a localização seja a melhor possível!

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Lygia! Pode pedir dica, tô sempre por aí, hehe. Invejona do seu mochilão italiano… ainda alugo um carro e viajo um mês por lá, foi um dos países de que mais gostei.
      Em Roma fiquei no The Yellow (http://www.the-yellow.com/). É pertinho do metrô, limpinho, tem um bom locker embaixo da cama, seguro… curti bastante! E não achei caro na época. E dá pra ver bastante coisa a pé saindo de lá! Teve um dia que a gente foi ao Vaticano e voltou a pé, foi muuuuito legal circular com uma garrafa de vinho pelas vielas romanas! Espero que aproveite sua estada em terras italianas. Beijo e boa sorte!

  4. Quanta coisa bonita nessa viagem…
    Sou apaixonada pela Capela Sistina…ela é linda demais! Deve ser uma sensação imensurável ver “A Criação de Adão” ao vivo e em cores…rsrs

    Estou com uma inveja boa de você!!!ahahaha
    É muita arte pra uma pessoa só! Que beleeeeeeza!!!
    Até tijolinho fica importante no meio de tanta coisa bonita… rs. Não se esqueça de postar quando descobrir o que significa esse “pedacinho” de cimento, hem? Rs

    Sorte na continuação da viagem…
    Acompanharei novos posts!!!!

    Bjs

  5. Paper disse:

    não sei se acho mais engraçado o encontro com a surfistinha, o barraco pra girar a bola ou o enigma da foto na parede !!
    ahahahahahahaha

    parabens pelo post! Vaticano parece ser muito encantador!
    e volta logo porque carnaval ta chegando!! =)

    abraços!

  6. Deise Marinho disse:

    Muito legal seu blog, estou acompanhando sempre!!! Parabéns!!!!!!!!

  7. Mariana Colucci disse:

    O Vaticano é verdadeiramente impressionante. Há tanta riqueza artística e cultural que lugar parece se tornar onírico.

    Gostei muito do seu post. Suas impressões foram muito parecidas com as minhas!

    Abraços

  8. Ana Luisa Arbex disse:

    Nossa Bolshoi, amei seu post!! Até porque quando fui ao Vaticano dei o maior azar do MUNDO, e não vi quase nada do que você contou! Acredita que nem na Capela Sistina não entrei?? A fila dava voltas e mais voltas e era meu ultimo dia já em Roma…!
    Aproveita seu finzinho de viagem. Pena que Munique não está nos seus planos, senão te receberia aqui com o maior prazer! Se mudar de ideia avisa 😉 Bjos!

    • Fellipe Faria disse:

      Lu, acho que dei muita sorte. Nesse dia não tinha fila para entrar no Museu, não tinha fila para entrar na Basílica… ademais, é tanta coisa pra ver que a chegada à Capela Sistina é meio “ah, é isso? Legal…” Tenho certeza que haverá outras oportunidades. Fico triste por não poder ir a Munique, adoraria ser recebido por você! Mas fica pra próxima!!! Beijão

  9. Ah q sonho! Fiquei encantada, Bolshoi! Espero ansiosamente suas impressões sobre Roma!
    🙂

  10. Verônica disse:

    Bô, que sonho! Você fez as duas viagens que eu sonho um dia poder fazer com minha família, a Jerusalém e ao Vaticano. É maravilhoso “viajar” com você pelo blog. E você sabe que o Gabriel foi a Roma e NÃO viu o Papa? Beijos!

    • Fellipe Faria disse:

      Vê, você vai adorar essas duas viagens, tenho certeza! E quanto ao Gabriel, não me admiraria nem se ele não tivesse comido pasta ou ido ao Coliseu! hahaha!
      Beijão

  11. Vivi disse:

    Amei, amigo!
    Como sempre, você protagoniza cenas impagáveis! hahahahaha

  12. carolcirino disse:

    Hhauhauha, esse “micon” da esfera gigante foi msm um mega “micon”, mas a foto saiu e é o que importa! Desconfio que o tal tijolinho seja a pedra monumental da Basílica, não? Procure “pedra monumental” em italiano e me conte! Bjo, saudade.

  13. Ilmara disse:

    Felipe, foi no Vaticano e viu a Débora Secco, “depois da gripe” imagino eu. Nunca a vi tão discreta. Espero que você tenha recebido a bênçao do Papa, importantíssimo para você e todos nós. Com certeza naquela janelinha era ele que te abençoava, beijos

    • Fellipe Faria disse:

      Tia, a Deborah Secco parece outra pessoa… muito tímida, fala baixinho! Recebi a benção sim e repassei para toda a família. Mesmo com minhas brincadeiras, pode ter certeza que rezei bastante pra gente nesse dia. Beijão e muito obrigado pela presença de sempre!!!

  14. Lílian disse:

    Oi Fellipe! Tomou o gelato italiano??? É preferível ir a Roma e tomar muito sorvete do que ver o Papa! hahahahahaha
    Me bateu saudades quando li seu post! Roma é mesmo uma cidade encantadora. Meu mochilão começou aí, e logo quando cheguei no Museu do Vaticano, meu bolso doeu e muito: tive que pagar os 15 euros pra entrar pq tinha esquecido minha carteirinha no Brasil! Vai pra onde agora?
    Boa viagem!
    Um abração

    • Fellipe Faria disse:

      Lílian, o post com o gelato, o Coliseu e a Fontana di Trevi vem aí, haha! Roma é demais! O bolso dói, mas quando lembro de lá vejo que valeu cada centavo… agora tô no Sul da Inglaterra, mas ainda tem história de Roma, Torino e Londres pra contar nesse meio tempo!!! Brigadão pela visita! Abração

      • Lílian disse:

        Inglaterra???? Obaaaa! Aguardarei as cenas dos próximos capítulos!!!
        Beijos

      • Fellipe Faria disse:

        Hehe, hoje tô aqui no País de Gales! Ainda tem muuuita história pra contar! E em fevereiro já tô voltando, será que dou conta de compensar o atraso?
        Veremos… beijo!

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