Istambul: um pé na Ásia e outro na Europa

Depois da passagem pela Terra Santa, O Mochilão desembarcou na Turquia, um país em que a tradição islâmica e a modernidade ocidental convivem em paz. Única cidade do mundo com territórios espalhados por dois continentes, Istambul é o centro econômico do país e também uma metrópole que se desenvolve em contato com suas raízes históricas.

Muita história pra contar

A Turquia como conhecemos hoje é um estado relativamente novo, que declarou a independência e alcançou o status de República em 1923, após a derrota do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial. O país herdou milênios de participação fundamental na história do planeta, graças à localização geopolítica estratégica – no meio do caminho entre a Europa e a Ásia. A capital é Ankara (e não Istambul, como você pensava – por isso, não fique bravo quando os gringos descobrirem que Brasília é a nossa capital) e 96% dos turcos são muçulmanos. Mais detalhes sobre a história da Turquia na Wikipédia, que nos emprestou o mapa abaixo.

O aeroporto de Istambul é gigantesco, moderno e muito bonito. Para chegar ao hostel tomei o metrô, que cruza a cidade inteira e em várias rotas passa pelo meio da rua. É interessante notar que chegar às plataformas sem passar pelas roletas é muito fácil, mas todo mundo paga o bilhete direitinho (no Brasil, as estações certamente não seriam projetadas assim…). Aos pedestres, cuidado: olhe sempre antes de atravessar a rua e evite sair da calçada, porque o trem é muito silencioso e pode acabar te atropelando.

Para chegar ao trem sem pagar, é só atravessar a rua. Melhor não arriscar

Faz muito frio em Istambul nesta época do ano. Se você está pensando em vir no inverno prepare-se para comprar luvas e algo para cobrir as orelhas. É inevitável sentir a gostosa sensação de congelamento proporcionada pela umidade e pelo vento que corta as ruas da cidade. Outra coisa que chama a atenção é a língua: o alfabeto turco é parecido com nosso alfabeto romano, mas é impossível entender o que eles estão dizendo ou o que está escrito nas placas e cardápios. E pouca gente fala inglês por aqui, ou seja, é hora de botar a mímica em ação.

O inverno ainda não começou, mas o frio já tinha chegado com tudo

O Palácio de Topkapi

Istambul é uma cidade histórica em todos os sentidos. Esta foi a capital escolhida por alguns dos mais poderosos imperadores da Antiguidade e da Idade Média: Império Romano, Bizantino, Latino e Otomano instalaram aqui a sede de seus governos. E na paisagem de Istambul uma construção gigantesca se destaca. O Palácio de Topkapi, residência oficial dos sultões do Império Otomano por 400 anos, recebia também as cerimônias oficiais e os momentos de lazer da realeza.

Hoje ele é um espaço aberto aos turistas. Por módicas 20 liras turcas (mais ou menos R$ 25), os visitantes podem conhecer as instalações do palácio, obras de arte, armas seculares, vestimentas dos sultões, jóias da realeza e artefatos sagrados do Islamismo. As fotografias são proibidas na maior parte dos lugares, mas eu obviamente só descobri isso depois de tirar uma foto de um buraco iluminado no chão da sala das armas e levar um esporro do guardinha.

E a maior sacanagem é que ao chegar à entrada do harém, provavelmente o setor mais interessante do palácio, o visitante é surpreendido com mais uma bilheteria. Isso mesmo! Depois de morrer em 20TL, o turista precisa pagar mais 15TL (dos quais eu infelizmente não dispunha para olhar mais quadros, salas e paredes).

A imponente entrada do Palácio Topkapi

Entre os jardins reais, torres e edifícios guardam os segredos dos sultões do Império Otomano

Esta é a Câmara da Audiência, onde as decisões reais eram discutidas com o conselho dos sultões

Este buraco no chão da Sala das Armas era um espaço para batismo da realeza. Três segundos depois do clique conheci a rigidez da guarda real do Palácio, que me deu uma bronca pela fotografia proibida

Na entrada do Harém, mais uma bilheteria para extorquir os turistas até a última lira

O Palácio é bonito e muito bem cuidado. O ingresso é caro, mas vale a visita para conhecer um pouquinho da misteriosa rotina dos sultões

A Hagia Sophia e a Mesquita Azul

Ali pertinho do Palácio Topkapi repousam outros dois patrimônios da humanidade, edificações que guardam séculos de tradição religiosa e também contam parte da nossa história.

A Hagia Sophia, construída no século VI pelo Império Bizantino como uma igreja, foi considerada a maior basílica do mundo por cerca de mil anos. Com a ascensão do Império Otomano, parte da igreja foi destruída (altares, mosaicos e outros ícones cristãos) e outros componentes foram erguidos (como os minaretes que a circundam), transformando a basílica em uma mesquita. Quando a república foi proclamada, a Hagia Sophia se tornou um museu.

O ingresso custa 20 TL e não há dia ou horário de entrada gratuita. Como vocês estão percebendo, o circuito turístico de Istambul não é dos mais favoráveis para um pobre mochileiro…

A milenar Hagia Sophia: em latim, "Sagrada Sabedoria"

Alguns metros em frente à Hagia Sophia, mais minaretes e cúpulas chamam a atenção. A Mesquita Azul (Sultan Ahmed, como é chamada oficialmente) foi erguida no século XVI, com desenho inspirado na construção vizinha e componentes originais da arquitetura islâmica.

A Mesquita Azul continua a funcionar como espaço de prática religiosa dos muçulmanos, mas é aberta à visitação e – acreditem se quiser – a entrada é gratuita!

Mulheres conversam na praça em frente à Mesquita Azul, que de longe chama a atenção por seus minaretes e domos

No saguão de entrada, as múltiplas cúpulas tornam a fachada ainda mais interessante

O interior é ocupado por turistas e fiéis muçulmanos, que mantêm a tradição religiosa de um espaço visitado por milhares de pessoas

A poucos metros dessas duas gigantescas edificações, está a entrada para uma atração turística bem diferente: a Cisterna da Basílica, um grande reservatório subterrâneo de água construído no século VI. Como o ingresso (RISOS) é um pouco mais baratinho (10TL), resolvi arriscar e desci as escadas para conhecer o tal reservatório.

Esta é a Basílica da Cisterna, um reservatório de água milenar que foi transformado em atração turística

Além da escuridão e do cheiro de peixe (por algum motivo que desconheço alguns peixes vivem nas águas do local), chama a atenção o tamanho do espaço e uma curiosidade: entre as centenas de pilares que sustentam a cisterna, cabeças de medusa foram instaladas nas bases de duas colunas. A maior “diversão” do local é tentar encontrar as tais cabeças – dá pra imaginar como esse passeio é divertido, né?

Aqui está a primeira medusa...

...e está é a segunda. As cabeças de pedra são os maiores atrativos para os visitantes da Cisterna da Basílica

Para completar o circuito turístico básico de Istambul, é preciso cruzar a ponte sobre o Chifre de Ouro e chegar à Torre Galata, uma construção medieval erguida no século XIV. A torre de pedras, que pode ser vista de boa parte da cidade, tem um observatório no alto de seus 60 metros. O ingresso é vendido por 10TL e vale pela vista panorâmica espetacular de toda a cidade.

Sobre a Galata Bridge, pescadores arriscam a sorte no Chifre de Ouro

A Torre Galata foi construída em 1348 e continua a receber visitantes

Clique para conferir a panorâmica da vista da Torre Gálata

No topo à esquerda, o lado asiático de Istambul, separado pelo Estreito de Bósforo; à direita, a parte do lado Europeu cortada pelo Chifre de Ouro

Mesmo com o intenso desenvolvimento, os minaretes continuam a se impôr no horizonte de Istambul

Vida de turco

Para dar meu tostão sobre a complexa sociedade de Istambul, é inevitável usar o surrado clichê “união entre tradição e modernidade”. Os dados oficiais indicam que mais de 90% da população é turca, mas é muito fácil encontrar mulheres sem véus e com os cabelos tingidos à mostra. Quando os alto-falantes das mesquitas convocam os fiéis para as orações diárias, a maioria dos feirantes obedece e interrompe suas atividades para rezar. Na mesma rua, uma loja de lingeries exibe uma vitrine que seria considerada ousada até no Brasil.

Boa parte dos comerciantes interrompe as atividades para orar a Allah durante o chamado das mesquitas

A alguns metros dali, uma loja de lingeries sensuais expõe modelitos de cair a barba do profeta

O comércio de Istambul também é variado. As feiras tradicionais continuam a atrair milhares de visitantes. Dia e noite, o Grande Bazar e o Spice Market estão sempre lotados de comerciantes e consumidores dispostos a barganhar até o último centavo por produtos exóticos e souvenirs vagabundos. Já em Taksim, o bairro moderninho de Istambul, estão as melhores casas noturnas, bares, restaurantes e lojas de grifes. Essas ruas são o principal espaço dos jovens turcos para badalação, pegação e também para protestos.

Tendas variadas em um dos grandes bazares de Istambul: os preços também são turísticos, não esqueça de barganhar

Tudo que você sempre quis em um só lugar

Em Taksim, o protesto de uma manifestação feminista

Estas ruas são o ponto de encontro da sociedade moderna de Istambul

Na Turquia é comum ver dois (ou até três) homens andando de braços dados

Um breve retorno à Ásia

Dizem que para conhecer os verdadeiros moradores de Istambul é preciso chegar ao lado asiático da cidade, onde vive a maior parte da população. Para cumprir essa missão, basta tomar um ferry-boat em uma das estações às margens do Chifre de Ouro e cruzar o Estreito de Bósforo. A passagem custa 2TL e valeria a pena apenas pela companhia das gaivotas, que seguem o barco ao longo da viagem e tornam a paisagem ainda mais bonita.

A vista do ferry com a companhia das gaivotas

As diferenças são realmente gritantes no lado asiático. Os turistas são raros, não há placas em inglês, muitas mulheres cobrem os cabelos, há muitos prédios residenciais e – o melhor de tudo – do lado de cá do Bósforo, os preços despencam! Quando vier a Istambul, tente fazer suas compras aqui. E aproveite para conhecer um pouquinho da vida real dos moradores desta cidade intrigante.

No lado asiático de Istambul, nada de inglês: só dá turco nas placas e letreiros

Neste estabelecimento típico, os pães ficam "pendurados" na vitrine

Uma feirinha tradicional de Istambul: por aqui você conhece os verdadeiros moradores da cidade

Depois desse breve retorno à Ásia chegava a hora de seguir viagem mais uma vez, rumo à Europa adorada pelos turistas brasileiros. O Mochilão vai chegando perto do fim e, no próximo post, relata a chegada ao Velho Continente. Que tal deixar de lado o portunhol e conhecer a língua castelhana em Madri? Não esqueça de escrever um comentário! Hasta luego!

Esse post foi publicado em Oriente Médio, Turquia e marcado , , , , , , , , . Guardar link permanente.

30 respostas para Istambul: um pé na Ásia e outro na Europa

  1. Francisco disse:

    Oi Felipe! Parabenizo pelo blog!

    Minha esposa e eu queremos ir para Turquia no mês de abril de 2015, sempre gostamos de fazer nossas viagens por conta, sem pacotes turísticos vendidos aqui no Brasil. Essa semana estive em uma agência perguntando sobre passagens e hotéis, porém a mesma me desanimou em fazer um tur pela turquia por conta. Eles disseram que seria perigoso e muito difícil, por causa da língua e logística local. Querem me vender um pacote turistico pronto. Temos pretenção em conhecer a Capadócia, Istambul, Éfeso e Pamukkale.

    Minha pergunta é se realmente é um lugar perigoso e de difícil logística se comparado a outros países da Europa? E se realmente é melhor ir por pacote turistico que por conta?

    Atenciosamente
    Francisco

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Francisco!
      Muito legal a sua pergunta. Eu também não gosto de comprar nada por pacote. Prefiro fazer uma viagem que é minha de verdade e, mesmo com alguma ou outra dificuldade, isso acaba entrando pro álbum de memórias!
      Algumas respostas minhas (lembro que só estive em Instambul, então sugiro perguntar também para alguém que visitou os outros lugares):
      1 – A Turquia NÃO é um país perigoso.
      2 – A língua é sim complicada, mas como o país recebe muitos turistas bastante gente fala inglês
      3 – Se você chegar a Istambul, certamente vai ser mais barato descobrir como chegar a esses lugares com a ajuda do pessoal do hotel ou do hostel
      4 – Muita gente visita a Capadócia por conta, então com certeza é fácil chegar lá. Os outros lugares não sei :/
      5 – Eu iria com a cara e a coragem (sempre voto pelas ideias mais malucas), mas se essa viagem foi muito sonhada vale pesar os riscos.
      Aproveita e me conta depois o que você decidiu!
      Grande abraço,
      Fellipe

      • Francisco disse:

        Obrigado Felipe! Sua resposta nos animou muito! Depois que fizermos o nosso roteiro te falo como foi. O importante é a aventura! Abraços!

  2. dani disse:

    Ora viva tudo bem, estou a pensar viajar um mês pelo Egito e tenho uma duvida se devo ou não levar o notebooock assim sento pergunto se na sua viagem levou portatil se sim quais o inconvenientes o e onde o guardou condo saia dos hostels senão como conseguiu reservar os hostels e como acedia a net para reservar alojamento

    Obrigado Antecipadamente e boa viagem

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Dani!
      Eu levei um netbook (um notebook pequenininho, barato e leve, com menos de 10 polegadas). Assim não pesava a mochila, não ocupava muito espaço e eu não ficaria muito triste caso ele fosse roubado no armário do hostel, onde eu sempre costumava deixar (trancado com meu inseparável cadeado, claro!). Eu acho que com os preços dos tablets de hoje, já compensa levar um e resolve seus problemas. Espero ter ajudado! Abraços

  3. Priscila disse:

    Oi Fellipe, encontrei seu blog através do google, tudo bem?
    Estou pensando em viajar para a Turquia e gostaria de pegar algumas informações com você, é possível?
    Meu e-mail está aí, se puder me escrever, agradeço!! Bom dia, bjos

    • Fellipe Faria disse:

      Priscila, eu sempre peço para que os visitantes postem aqui suas dúvidas e perguntas por que assim outros leitores também podem ser ajudados… aguardo suas perguntas por aqui! Beijo

      • Priscila disse:

        Tenho férias em dez/jan e gostaria de saber se essa é uma época boa para visitar a Turquia, pois vi que faz 8 graus, acho que no calor vc aproveita melhor os passeios, né?

      • Fellipe Faria disse:

        Priscila, sem querer te desanimar, a Turquia foi o lugar em que senti mais frio, mesmo enfrentando a neve de Paris e a chuva londrina no inverno. Se eu pudesse escolher iria à Turquia no calor, mas não deixe de visitar o lugar que você quer só por causa do frio… tem sempre o ponto positivo, que é a quantidade menor de turistas. Abraço!!!

  4. Mayara Cw disse:

    Fellipe,
    muito legal seu blog! Deixa eu te perguntar uma coisa, ve se vc pode me ajudar,
    eu vim pra Turquia tambem e gostei muito daqui entao estou planejando ficar um pouco mais de 3 meses, fazer um curso e tal. Voce sabe como eu posso fazer? Se eu sair do pais por uns dias zera meu tempo por aqui?

    Obrigada 🙂

    • Fellipe Faria disse:

      Mayara,
      Zerar até zera… mas na hora da reentrada, eles vão olhar seu passaporte e podem perceber que você tá tentando “dar o truque”, hehe! Assim como o país que vai te receber também pode impedir sua entrada caso perceba que você está há muito tempo longe de casa. O ideal, nesse caso, é entravr em contato com a imigração ou com a instituição de ensino aí na Turquia mesmo e perguntar qual o jeito oficial de pedir um visto de estudante. Assim eles estendem seu visto e você não tem problema nenhum pra permanecer e viajar à vontade. Se você tiver dinheiro na conta e mostrar que não tem interesse em permanecer no país, o governo turco certamente vai te conceder o visto! =)

  5. Daniela Tavares disse:

    Fellipe,
    Valeu pelas dicas de Istambul.
    Pretendo fazer um mochilão em julho de 2013 e, com certeza, Turquia estará inclusa nos meus destinos.
    Você tem alguma dica de hostel barato e bom?
    Bjs.

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Daniela!
      Como eu não gostei do hostel que eu fiquei em Istambul (Istambul Harmony Hostel), não tenho nenhum pra indicar… =(
      Mas a cidade tem muitas opções!
      Boa sorte e depois me conte o que achou.
      Beijo!

  6. OI Bol!!! que bom que vc curtiu Istambul!! Espero que as minhas dicas tenham sido uteis!! hehe
    Realmente é uma cidade para se ficar… E no verão… um calor danado.. a lá Rio de Janeiro!
    aiaiai saudades viu!!! tá quase na hora de vc chegar!! bjooo

  7. E ai Felipe.
    Descobri teu blog a poucos dias e li ele já de “cabo a rabo”. Eu trabalho como agente de viagens e sempre tento viajar e ler sobre os mais variados destinos para poder oferecer a meus clientes.
    Parabéns pelo texto fácil e agradável de ler.
    Muito legal o relato sobre Istambul, tive o prazer de conhecer apenas o aeroporto e um pouco da cidade (fiz pernoite por causa do voo da Turkish Airlines). Se tudo der certo, em breve volto para poder desbravar essa bela cidade.

    Um abraço e boa viagem.

    • Fellipe Faria disse:

      Leonardo, que bom que está curtindo o blog! Istambul merece uma visita com mais calma, a cidade tem uma enormidade de atrações para ver e sentir… abração!

  8. Laura Nardelli disse:

    Seus posts são ótimos!! Fato que Turquia será um dos meus próximos destinos 🙂
    Acho legal não ter roleta no metro. Também me supreendi com isso na Bélgica e na Suíça. As pessoas pagam direitinho. Isso é q é gente civilizada.

    To doida pra ver seu post de Madri. To indo pra lá dia 26.

    Beijos

    • Fellipe Faria disse:

      Laurinha, espero que tenha curtido Madri e Lisboa… e a surpresa com o nível de educação e civilização nos países ricos é inevitável, né? Acho que o `jeitinho brasileiro` precisa ser deixado de lado bem rapidinho! Beijão!!!

  9. Daniel Santiago disse:

    Muito bom, amigo!
    As fotos estao otimas e o texto nem se fala!

    abraçao!

  10. Kécia disse:

    Adorei Fellipe!!
    As fotos estão ótimas, sempre com o seu comentário espirituoso! rs…
    Muito interessante Istambul, vc mostrou um lado que não é muito divulgado.
    Boa estadia na Europa e continue assim!
    Bjo.

  11. Vivi disse:

    Mal posso esperar para conferir os cliques do velho continente… e a chegada a Bornemouth, o que faríamos juntos… ; (
    Mas sei que vc vai aproveitar muitooooo o curso por mim! Besitos!
    Ps: pode sim, Carol, a gente tá com muita saudade! rs

    • Fellipe Faria disse:

      Ah, nem me fale… esse curso daria o que falar se você estivesse comigo! Mas fazer o quê, né? Depois você faz um post especial contando sobre as praias mexicanas e tá tudo certo, hehe. Beijão!

  12. Vico disse:

    As fotos com legendas estão demais. Haha!

  13. Verônica disse:

    Ai, que delícia a Turquia! Mas achei que você não curtiu muito, heim, Bôl! Mas, aqui, você já está voltando mesmo? Achei que ia ficar uma no fora… Beijo!

    • Fellipe Faria disse:

      Vê, eu curti sim, muito! Só que o hostel estava quase vazio e acabei passeando sempre sozinho pela cidade, o que não foi de todo ruim. Só que nesses momentos a gente acaba se divertindo menos, é fato! E a previsão de conclusão da viagem é em fevereiro, sempre foi… acho que não aguento ficar tanto tempo longe da terrinha, hehe! Abração e até breve! =D

  14. Carol Cirino disse:

    Chegando ao fim? Mas pode isso Arnaldo??

Comentários, sugestões, dúvidas? Respondo a todos!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s