Nas areias da Jordânia

O Mochilão destaca hoje a passagem pela Jordânia, país conhecido como uma rara ilha de tranquilidade em meio ao turbilhão de conflitos que têm afetado o Oriente Médio. Neste post, você vai conhecer uma cidade esculpida nas montanhas e saber como é passar um dia (e uma noite) no deserto!

Mas antes de chegar lá, foi necessário dizer adeus à Tailândia. Nos últimos dias em Bangkok, tive a satisfação de encontrar velhos conhecidos que nunca havia visto pessoalmente: Fred e Letícia, do blog Mochilando pelo Mundo. O casal está viajando pelo planeta há nove meses e só encerrarão a jornada no ano que vem, depois de passar por todos os continentes habitados da Terra.

Como eu acompanhava a trajetória desses dois há muito tempo, tinha idéia de que nosso papo seria muito bom. Mas a noite foi bem mais divertida do que eu poderia imaginar! Além da profunda troca de experiências, compartilhamos algumas horas de muita risada, regadas a cerveja (meio quente, como é comum na Tailândia) e bons tragos de shisha (ou narguilê), que eu nunca havia experimentado e adorei. Que a sorte de mochileiro continue a orientar nossos destinos!

Letícia, Fred e a shisha: boa despedida de Bangkok!

Depois de finalmente dizer adeus ao Sudeste Asiático, hora de partir para o Oriente Médio. O problema é que meu voo teria uma bendita conexão em Colombo. O quê, nunca ouviu falar? Er… eu também não sabia, mas essa é a capital do Sri Lanka. Daí que de Bangkok para Colombo eu fui de Cathay Pacific, mas para chegar a Amman (capital da Jordânia) eu teria que pegar um voo às 6h com a Royal Jordanian.

Assim que cheguei ao aeroporto (no meio da madrugada), fui ao balcão de informações para saber como eu deveria proceder. De lá me mandaram para o guichê da Sri Lankan Airlines (?), que me encaminhou para a Imigração, que não permitiu que eu acessasse o setor de check-in porque brasileiros precisam de visto para entrar no país… Ninguém sabia direito o que eu tinha que fazer (muito menos eu) e quem acabou me salvando foi um funcionário da Sri Lankan. Depois de levar meu passaporte e o e-ticket até o guichê da Royal Jordanian, ele trouxe o aguardado bilhete de embarque e deu tudo certo. Mas essa longa história tem uma moral: se sua viagem tiver uma conexão, corra para resolver tudo antes que você perca o próximo voo!

Na madrugada, uma pequena amostra da cultura do Sri Lanka no aeroporto

Em uma das milhares de casas de chá de Colombo, o nome de uma velha conhecida

O Reino da Jordânia

Para uma rápida contextualização do post, preparei o mapinha acima com os destinos que vocês vão conhecer por aqui. No Reino da Jordânia, uma monarquia constitucional com cerca de 6,5 milhões de habitantes, a religião predominante é o Islamismo, a língua oficial é o árabe (“olá” se pronuncia “salamaleicum”; “obrigado” é “chucram”) e a moeda é o dinar (pode falar “jay-dee” que todo mundo entende). O país convive pacificamente com seus vizinhos – entre eles Israel, Egito, Síria e Iraque.

A formação da família real aqui na Jordânia é engraçada, uma mistura só. O rei Abdullah II tem os olhos azuis (herdados da mãe, que é inglesa e conheceu o falecido rei Hussein nas filmagens de “Lawrence das Arábias”) e a rainha Rania, filha de palestinos, nasceu no Kuwait. Mesmo assim, o povo também adora a família real e brincadeiras com a monarquia não são toleradas. Mais informações interessantes sobre o país na Wikipédia!

Um dos muitos cartazes que estampam a imagem do rei de olhos azuis

Depois de mais seis horas de avião, finalmente cheguei à capital da Jordânia. E os imprevistos não haviam acabado… como estava indo para o Oriente Médio, o espertão aqui imaginou que encontraria um terrível calor escaldante e umidade zero. Por isso, a roupa que me trajava se resumia a uma camiseta e uma bermuda. A surpresinha veio assim que a porta do avião se abriu, trazendo um frio de 8°C acompanhado de – pasmem – uma fina garoa, que só ajudava a congelar meus ossos.

Mesmo correndo para passar pela Imigração e pegar logo um casaco na mochila despachada, tive que desacelerar quando descobri que todos os estrangeiros precisam pagar 20JD (mais ou menos R$ 60) pelo visto de entrada… e eu só tinha US$ 10 em espécie, porque gastei toda a moeda tailandesa antes de viajar para não perder no câmbio. Eu já estava imaginando que ficaria preso por ali feito o personagem de Tom Hanks em “O Terminal”, mas o agente me acompanhou até o caixa eletrônico que fica na saída do aeroporto para retirar o dinheiro. Mais algumas lições aprendidas: antes de viajar, leia a previsão do tempo de seu destino e tenha sempre uns US$ 50 em espécie!

Chuva e frio na tarde de Amman: que azar!

Depois dessa batalha, finalmente deixei o aeroporto em busca de um meio de transporte barato para me levar ao Centro de Amman. Cuidado: o valor cobrado pelos taxistas é tabelado e, como tudo no país, extremamente caro (a corrida até Amman pode chegar a 40JD!). Depois de um bate-papo rápido com os comissários do voo que veio de Colombo, descobri que um ônibus parte de hora em hora do Terminal 2 por apenas  3JD. Entrei no busão e finalmente cheguei à capital.

Depois de driblar muitos taxistas salafrários no terminal de ônibus, encontrei um que ligasse o taxímetro e me deixasse no hostel. Tive que dividir o quarto com um russo muito mala, mas por sorte acabei conhecendo o Eduardo, um brasileiro que mora em Londres e estava aproveitando as férias no Oriente Médio. Como em Amman não tem muita coisa pra ver, botamos o pé na estrada já no dia seguinte bem cedinho.

O deserto de Wadi Rum

Menos de três horas de ônibus separam Amman de Petra, o principal destino turístico da Jordânia. Assim que nos hospedamos em Wadi Musa, fechamos a nossa programação, que estava bastante apertada – eu tinha que seguir em breve para Israel e o Eduardo tinha que voltar para o trabalho na Inglaterra. Como guias de viagem e comentários de outros mochileiros indicavam fortemente o tour pelo Deserto de Wadi Rum, decidimos pagar para ver – depois de muita pesquisa! Recomendo o pacote do Hotel CleoPetra , que inclui o transporte até Wadi Rum, cinco horas de tour num 4×4, o camping e três refeições. O valor varia entre 45JD e 60JD (dependendo do número de pessoas) e não inclui o retorno para Wadi Musa (que fica em mais uns 10JD).

No dia seguinte, finalmente seguimos para o deserto. E não é difícil perceber por que Wadi Rum é digno de tantos elogios e recomendações. A areia vermelha e fininha que não suja os pés, as paisagens dramáticas, a topografia que lembra o solo lunar… só o visual já tornaria este lugar extremamente especial, mas cada parada da caminhonete revelava um aspecto novo do deserto.

Nosso 4x4 no meio do deserto de Wadi Rum: incrível!

Afundando os pés nas dunas da Jordânia

O beduíno e seus camelos: cena comum em Wadi Rum

Wadi Rum é ainda mais bonito visto do alto. E para alcançar os horizontes mais distantes (e mais espetaculares), é necessário enfrentar algumas escaladas pelos muitos paredões e montanhas de pedra que se espalham pelo cenário do deserto. Crianças, idosos, gordinhos… todo mundo se aventura. E vale a pena!

Em uma das subidas, encontramos dois garotos que levavam um rebanho de cabras rumo ao topo da montanha, onde havia água e vegetação. Foi interessante observar o trabalho dos pequenos pastores – como a maior parte das crianças do mundo,  eles adoraram posar para nossas lentes.

E um ótimo bônus garantido pelo tour foi conhecer a Maggie, uma psicoterapeuta francesa que também estava na nossa caminhonete. A mulher, que devia ter seus 40 e poucos anos, largou o emprego e o marido para viajar sozinha mundo afora. Sabe aquela pessoa que sempre tem uma história para contar, seja qual for o assunto? Pois é, além de extremamente culta, Maggie era muito divertida, com um senso de humor inacreditável. E apesar de carregar uma câmera a tiracolo, ela não tirou uma única foto o dia inteiro!

Uma das "pontes" formadas naturalmente no deserto

A subida rumo ao topo não é tão difícil; basta disposição!

Pela foto não parece tanto, mas esse troço é bem alto

Star Wars? Não, é a Jordânia mesmo...

Essa subida foi a mais sofrida - as pedras eram bem escorregadias

Mas com uma vista dessas, que esforço não vale a pena?

Os pequenos pastores de cabras de Wadi Rum

Foi só arrancar uma folha da árvore ali em cima que elas vieram correndo!

Almoço no deserto com a francesa Maggie, que tem história pra contar do Carnaval de Salvador aos templos de Burma

Graças ao frio-surpresa de Amman, não caí no mesmo truque duas vezes e fui bem agasalhado para o deserto. Mas com o cair da noite, o frio foi muito mais intenso do que todos nós esperávamos… e a fogueira preparada dentro da barraca que servia de salão de jantar para a galera enchia o local de fumaça. Mesmo assim, assistir o sol deixando o horizonte por trás das montanhas do deserto foi inesquecível – assim como o jantar preparado pelos beduínos. Além do franguinho assado na vala (sei que no Brasil tem coisa parecida, mas não sei direito como funciona o processo), tinha pão sírio, uma espécie de sopa bem grossa de batatas e chá à vontade. Delícia!

O jantar não foi suficiente para evitar um momento bem tenso: a certa altura da noite, um dos beduínos ordenou que um dos integrantes do grupo – um polonês – deixasse o lugar onde estava sentado, dizendo que ele não podia permanecer ali. Uma breve (mas acalorada) discussão começou, mas o rapaz acabou cedendo e sentando em outro ponto da roda. O árabe não explicou o motivo, mas desconfiamos que ele pediu que o rapaz saísse dali porque ele estava de costas para um outro beduíno que estava atrás dele. Então, fica a dica de etiqueta beduína: não dê as costas para ninguém quando se sentar para um jantar no deserto.    🙂

O sol se põe em Wadi Rum... e o frio chega com tudo

Esse era o nosso acampamento no deserto

O chef responsável pelo banquete retira o frango da terra... nham!

A noite teve direito a comida, música e confusão

No dia seguinte, acordamos e voltamos para Wadi Musa, onde Petra nos aguardava. Deixei Wadi Rum com a sensação de que não levava apenas os grãos de areia ou o cheiro de fumaça impregnado nas roupas. Afinal, os breves – e memoráveis – momentos no deserto deixaram marcas que vão me acompanhar por muito tempo.

Longas caminhadas ao redor do acampamento para jogar conversa fora...

...e cenários de beleza incomparável para contemplar

Isso é Wadi Rum: íncrivel!

Petra, uma cidade talhada nas montanhas

Segundo os pesquisadores, as origens da cidade arqueológica de Petra datam do século VI antes de Cristo. Profundamente ligada à trajetória da tribo dos chamados Nabateus, a história deste espaço se cruza também com o desenvolvimento do Império Romano e do Império Bizantino, prováveis razões para a infinidade de estilos arquitetônicos observados nas diversas fachadas talhadas nas montanhas. Outras informações sobre Petra (e até um mapa detalhado da cidade) na multiuso Wikipédia.

Antes de desbravar o complexo arqueológico à vontade, eu e Eduardo decidimos conferir Petra by Night, um espetáculo noturno de música beduína em frente ao Tesouro, o monumento mais famoso da cidade. Uma dica: o ingresso custa 12JD, mas só vale a pena se você for ao show antes de conhecer Petra à luz do dia – do contrário, você vai se desapontar. Isso porque a grande atração não é a música beduína, mas a dramaticidade imposta pelas velas que guiam os visitantes pelos corredores do Siq, como é chamado o altíssimo e estreito corredor formado por um terremoto que leva à entrada de Petra.

Para dar uma esquentada, resolvemos comprar uma garrafa de vinho. Mas como a Jordânia é um país muçulmano e o Islamismo proíbe o consumo de álcool, encontrar vinho ou cerveja no país é uma tarefa ingrata. E quando você finalmente acha uma garrafinha, pode preparar o bolso. Em Wadi Musa, uma lata de cerveja sai por meros 10JD (ou R$ 30) e a garrafa de vinho custa 20JD. Malocamos a garrafinha num saco de plástico e seguimos rumo ao primeiro contato com Petra, que não nos decepcionou.

O monumental Tesouro à luz de velas

Com um copinho de vinho na mão, é impossível não se divertir

Depois de curtir Petra na penumbra, a expectativa para finalmente explorar os templos e tumbas da cidade aumenta ainda mais. Depois de adquirir o caríssimo ingresso (50/55/60 JD por 1/2/3 dias), é hora de percorrer novamente os 40 minutos de caminhada ao longo do Siq para alcançar a fascinante visão do Tesouro de Petra. A fachada da câmara, esculpida nas rochas de um paredão, é um trabalho minucioso que explica por que a cidade foi eleita uma das novas sete maravilhas do mundo.

A primeira visão do Tesouro de Petra por entre as vielas do Siq

Este é o Tesouro de Petra. Como a maioria das construções por aqui, só o exterior interessa: lá dentro há apenas um cubículo vazio

Depois de relaxar e curtir a visão do Tesouro, é hora de encarar uma larga caminhada rumo ao Monastério, o maior dos monumentos de Petra. Ao longo do percurso, o visitante vai encontrar templos, tumbas escavadas nas montanhas, colunas gregas, um teatro romano e muitos, muitos degraus. Para vencer a escadaria, é possível apelar para o “táxi” oferecido pelos ambulantes no caminho. Os taxistas, na verdade, são mulas e jumentos que parecem sofrer para dar conta do peso dos turistas e da íngreme subida. Nós subimos a pé mesmo, porque assim não se gasta dinheiro nem a canela dos burrinhos.

Muitas fachadas esculpidas nas rochas de Petra adornam o caminho rumo ao Monastério

A união entre o trabalho do homem e a ação da natureza cria cenários interessantes

E as escadas, sempre elas, não dão descanso

Pobres dos burros, que sobem e descem esses degraus muitas vezes por dia

A subida tem suas recompensas...

...e a chegada ao Monastério é a maior delas

Depois de uma hora de caminhada morro acima desde o Tesouro, o melhor de tudo é chegar ao Monastério e ver que não há nenhum turista por perto! Dá até para se sentir um pouco Indiana Jones experimentando a sensação de descobrir uma maravilha esquecida. Às vezes é interessante imaginar o que exploradores e arqueólogos pensaram ao redescobrir Petra, lá pelo século XIX… Depois de conhecer os pontos mais fascinantes da cidade vermelha, fica a certeza de que esse é um patrimônio que precisa ser dividido com o mundo todo.

Eduardo, parceiro de aventuras na Jordânia. e excelente fotógrafo (boa parte das imagens que ilustram este post são obra dele). A gente se encontra em Londres!

Uma panorâmica de parte de Petra vista das Tumbas dos Reis

Como decidi fazer um curso intensivo de espanhol em Madri, foi com profundo pesar  que tive que dar uma enxugada na minha passagem pelo Oriente Médio. Deixei correndo a Jordânia rumo a Israel, onde teria um encontro com a fé de boa parte do mundo em Jerusalém. Essa história você confere no próximo post!

Jordânia, até a próxima!

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42 respostas para Nas areias da Jordânia

  1. Felipe Manzi disse:

    Boa noite Felippe, td bem?
    Vc ainda lê esses posts? Viajo dia 6 de maio/13 p o Egito e tenho passagem de volta para o fnal do mês de Istambul p SP. Nunca vi alguém dar detalhes tão preciosos num blog. Gostaria de pedir umas dicas a vc. Pretendia passar pelo Egito, Israel e Turquia, mas lendo sobre a Jordânia fiquei com muita vontade. Aguardo um contato seu.
    Abraços,
    Felipe

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Felipe! Obrigado pelo elogio!
      Eu não passei pelo Egito, mas me parece que o país ainda não está totalmente estável. Você tem certeza que é tranquilo ir pra lá nessa época?
      De qualquer maneira, indico fortemente uma ida à Jordânia… três dias são suficientes (meio corridos, claro!), porque dá tempo de conhecer Petra e passar uma noite no deserto. Vê se você consegue dar uma passada por lá! E não deixe de conhecer a parte asiática de Istambul, que é bem mais interessante, quase não tem turistas e tem a verdadeira cara da Turquia!
      Se precisar de alguma informação, é só perguntar… continuo respondendo as dúvidas do pessoal! Abraço.

      • Felipe Manzi disse:

        Boa tarde Felippe.
        Gostaria de conhecer Israel, ir para a Jordânia, retornar para Israel e pegar um vôo para Istambul. Tudo isso em cerca de 7 ou 8 dias. É possível sair e voltar para Israel? E esse tempo é suficiente?
        Agradeço sua ajuda.
        Felipe

      • Fellipe Faria disse:

        Felipe, depende! Sair e voltar para Israel não costuma dar problema (só leia com cuidado as orientações finais do post). Mas com relação ao tempo, 8 dias podem ficar corridos sim… Eu só conheci Jerusalém em Israel e acabei me arrependendo um pouco de não ter esticado a estada pra conhecer Tel Aviv e o norte do país. Mas ao mesmo tempo eu conheci Amman, Petra e passei a noite no deserto de Wadi Rum na Jordânia. Você teria que detalhar melhor cada dia, fazer uma lista de prioridades e se programar direitinho (com muito cuidado, porque atrasos e desencontros no Oriente Médio podem ser considerados normais!)
        Abraço!!!

  2. Debora disse:

    Ola Felipe! Parabens pelo blog e por esse post sensacional que eu encontrei gracas ao Google!!
    Em resumo, quantos dias vc ficou no total na Jordania e quanto foi o budget medio gasto nestes dias??
    Obrigada!!
    😉

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Débora! Infelizmente a Jordânia não é dos países mais baratos – especialmente em Petra, já que só a entrada te suga uns 60 dinares (mais ou menos R$ 180). Em Amman tem hostel dormível por uns 10 dinares, já em Petra (Wadi Musa) é tudo mais caro. Considere gastar pelo menos uns R$ 60 por dia na Jordânia, sem contar gastos turísticos (mas lá é bom que rapidinho dá pra ver muita coisa incrível) – e não deixe de passar a noite no acampamento beduíno no deserto de Wadi Rum (contrate o tour no hotel CleoPetra)! Abraço e boa sorte!!!

  3. Lucas Alban Machado disse:

    Prezado Felipe,

    Estou querendo fazer essa viagem e para tanto estou coletando umas informações!!! Se eu compreendi corretamente você saiu de Amman e foi para Wadi Mousa e de lá pegou uma excursão para Wadi Rum e dormiu no deserto correto? Esse pacote foi comprado junto ao Hotel CleoPetra? Quantos dias você aconselha para explorar Petra? Vou chegar em Amman pela cedo e pela tarde queria ir já para Wadi Mousa e ai no outro dia fazer esse passeio do deserto e ter mais 1 ou 2 dias em Petra o que você acha?

    Excelente blog, informações bastante úteis.

    Ansioso para obter informações!

    Lucas

    • Fellipe Faria disse:

      “Prezado” Lucas, sem formalidades por aqui! =P
      Vamos às respostas:
      1) Você saiu de Amman e foi para Wadi Mousa e de lá pegou uma excursão para Wadi Rum e dormiu no deserto correto?
      Corretissimo! Tem um ônibus que sai cedinho de Amman e em três horas chega a Wadi Musa.
      2) Esse pacote foi comprado junto ao Hotel CleoPetra?
      Sim, NÃO COMPRE em outro local! Fiquei sabendo de relatos de outros pacotes em que a tenda não existia, a refeição era lenda e o banheiro não tinha porta.
      3) Quantos dias você aconselha para explorar Petra?
      No mínimo um dia inteiro (andando loucamente sem parar – não deixe de maneira alguma de ir ao Monastery!), mas se tiver tempo vale a pena comprar o ingresso para dois dias, que é só 5 dinares mais caro!
      4) Amman não tem mesmo muita coisa pra ver, a não ser os interessantes costumes dos jordanianos em sua maior cidade… se fizer o tour do deserto e conhecer Petra, a Jordânia já terá te encantado! Boa sorte e depois conta pra gente o que você achou!
      Abraço!!!

  4. Nossa, Bolshoi, que lindeza de fotos!!!
    Muito muito muito lindo =)

  5. Maya Garcia disse:

    Parabéns querido, post maravilhoso!! Adorei!

  6. Rafael Papel disse:

    fotos incriveis!!!

    esperando o proximo post!

  7. Shirley disse:

    Obaaaaaaaaaaaa!!! Mas um blog de volta ao mundo para acompanhar… achei vc por meio da Leticia e do Fred, eles o mencionaram e vim correndo conferir. Acompanho eles desde o inicio da viagem, e assim que tiver um tempo vou lendo todos os seus posts…
    Grande abraço.

  8. Carol Cirino disse:

    Show de bola! As fotos do seu amigo ficaram msm sensacionais!! Beijos e até a próxima parada!

  9. Rosângela disse:

    Estou acompanhando a sua viagem, desde que Fred e Letícia mencionaram você.
    Realmente as fotos estão muito boas, e esse lugar é muiiiito bonito.
    Adorei e vou continuar conferindo o seu blog.
    Até a próxima.

  10. Daniel Santiago disse:

    Otimas fotos! Tia Bia esta querendo conhecer Vietnã e Camboja… vou passar o post do Camboja para ela! =)

    Abração e aproveite!

  11. Verônica disse:

    Bôl, que lindo, que espetáculo de viagem!
    Beijos!

  12. As fotos são maravilhosas.. e as histórias tb.. dá muita vontade de ir e conhecer!!! E, inclusive.. vc tá se misturando com essa pele dourada de sol hein!!! Super beijos Bol!! Aproveita istambul!! 🙂

  13. Viviane disse:

    Espetacular o post. Mas sou suspeita, né? hahahaha
    Mas algo me surpreendeu: quem te conhece bem não acreditaria que você curtiria essa wildlife regada a trilhas e acampamentos. Super curti! Bjux

  14. Fala, Fellipe!
    As fotos do deserto estao incriveis!!! Que ceu azul maravilhoso!
    Ficamos orgulhosos com nossa participacao no seu blog. Voce tambem ta la no nosso… 🙂
    bjs e abracos!

  15. Gabriel disse:

    Nao acredito q vc se enfiou no deserto…
    Outro detalhe, pegou uma cor, neam???! hahahahahaha
    Miss ya

  16. Renata disse:

    Tinha feito uma parada… E agora voltei a viajar com você! Fotos e textos maravilhosos!! Adorei Camboja, Jordânia… Vamos continuar nossa viagem, pé na estrada!

  17. Eduardo Zanatta disse:

    E dai parceiro de viagem!!!
    Li ontem o post da Tailandia e posso dizer que ja nao vejo a hora de me aventurar por la!!
    Excelentes recordacoes da Jordania! Recentes, mas provavelmente eternas…
    E sobre a pessoa que tirou tuas fotos: merece parabens!!! Ficaram excelentes 😀 haha

  18. Tô de cara com essas fotos! Que lugares maravilhosos, Bolshoi! Lindos demais!

  19. Kécia Torres disse:

    Demais Fellipe!
    Cenários deslumbrantes, cada foto mais linda que a outra!
    Que sorte encontrar um companheiro de viagem brasileiro hein…
    Muito legal seu relato… dá pena qdo acaba pq queria ler mais…rs
    Boa sorte!! Bjos.

  20. Bicas disse:

    Belíssimas fotos!

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