Bangkok: loucura e paz de espírito

Bangkok é tudo aquilo que você viu na sequência do filme Hangover (“Se beber, não case”) e muito, muito mais. O calor e a umidade são intensos, ladyboys confundem os milhares de turistas e leis parecem não ser conceitos importantes. Logo que cheguei ao aeroporto da capital da Tailândia fui direto para o setor médico, em que todos os visitantes brasileiros precisam passar antes de entrar na fila da imigração (lembre-se desse detalhe, ou vai ter que enfrentar duas vezes a mesma fila enorme).

Em mais um mapa surrupiado da Wikipédia, você confere a localização do Reino da Tailândia, cuja língua oficial é o thai. O alfabeto que eles utilizam é completamente diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto e para entender o que falam é ainda mais complicado. Aprendi a dizer olá (algo como sauadi-cap) e obrigado (cop-cuni-cap). Quando eu falo isso eles sempre dão uma risadinha, que ainda não descobri se é de simpatia ou de deboche. Aliás, o povo tailandês é sempre muito amigável e sorridente – um dos principais pontos positivos deste país.

Mesmo que Bangkok seja a segunda cidade mais visitada do mundo por turistas estrangeiros, o aeroporto é uma bagunça. Na verdade, apenas uma pequena amostra da zorra que domina as bandas de cá.

No aeroporto, nenhum guia ou mapa disponível em inglês. Haja mímica!

Parece que a publicidade não é o forte da Tailândia

Entendeu alguma coisa? Nem eu!

Ainda bem que me avisaram que era proibido... o quê mesmo?

Khao San Road: a rua dos mochileiros

Para deixar o aeroporto em busca de hospedagem, é preciso pegar um skytrain até a última estação e tomar um táxi para a Khao San Road, a rua com maior concentração de mochileiros por metro quadrado do planeta. Uma dica fundamental: sempre exija que o motorista ligue o taxímetro. Muitos vão se negar, mas se você aceitar o preço exigido vai pagar no mínimo o dobro da tarifa correta. O negócio é abrir a porta do táxi e perguntar, antes de jogar sua bagagem lá dentro: “Do you turn on the taximeter?”  Não se preocupe, depois de umas três tentativas certamente há de aparecer uma alma honesta.

Ao chegar a Khao San Road, foco! Você vai ver centenas de pessoas oferecendo ternos, comida, roupas falsificadas, baldes lotados de bebidas com altíssima concentração de álcool, massagens de toda sorte, artesanatos, tatuagens, viagens de tuk-tuk… mas antes de aproveitar todos os prazeres que a rua te oferece, é necessário encontrar um lugar pra deixar sua tralha e uma cama macia.

Barraquinha de Pad Thai: comida típica do mochileiro em Bangkok

Se você precisa, na Khao San Road você vai encontrar

"Coquetel muito forte: aqui nós não pedimos identidade"

Diploma, certificado, licença para dirigir, carteirinha de estudante? Aqui tem!

Se os técnicos de segurança com quem trabalhei vissem essa cena...

Na Khao San Road, a oferta de hospedagem é muito grande e não há necessidade de reserva com antecedência. O negócio é ter paciência para pesquisar e conferir in loco a condição dos quartos. Eu já estava há mais de um mês dividindo quarto com dezenas de mochileiros, aguentando fila no banheiro, ronco, chulé e outros odores piores. Em um dos melhores hotéis da rua, o preço da diária estava mais em conta que os dormitórios em que já tinha ficado! Por isso, parei de contar as moedinhas e fechei logo uma semana em um quarto enorme só pra mim, com direito a café da manhã e piscina no terraço.

De vez em quando é bom fazer uma extravagância...

Nessa piscina conheci muita gente, entre eles um brasileiro que estava viajando há três anos pelo exterior. Como os colegas marroquinos do Victor retornariam no dia seguinte para Casablanca e ele ficaria mais uns dias em Bangkok, desbravamos juntos algumas das aventuras da Khao San Road. Comer grilo frito, conhecer gente do mundo todo, aprender que Red Bull na Tailândia é vendido engarrafado… todas as experiências na Khao San Road foram muito divertidas, mas amizade de mochilão tem prazo de validade e o Victor já seguiu para Pattaya, um balneário tailandês.

Grilo frito: é bem salgadinho, lembra Cheetos

O Daniel e a Zane são brasileiros, casados e moram na Índia há dois anos - surpresa: eles ainda não têm vontade de voltar!

Com as portuguesas Mafalda e Helena... morremos de rir com as gajas lusitanas

As israelenses Adi e Adi (sim, é o mesmo nome) adoram lambada e Ivete Sangalo! Quando eu chegar a Tel-Aviv, já tenho companhia para uma cervejinha. A foto tem participação especial do nosso little friend, cujo nome o álcool não permitirá lembrar

Amizade não tem idade!

Red Bull aqui é na garrafinha... e custa R$ 0,50!

Está pensando em viajar sozinho mas tem medo de não conseguir fazer amizade? A melhor dica para conhecer gente na Khao San Road é ir para a balada. O álcool e a música ajudam a perder a timidez e deixam todo mundo mais amigável. Com o tempo, a vergonha na cara será reduzida a níveis mínimos e você será capaz de reconhecer quem também está em busca de um amigo de noitada.

O sul-africano Reynold e o francês Piero: nós três estávamos sozinhos, mas depois de alguma doses já havíamos formado um grupo de amigos de infância

A Shonna veio direto do Alabama, nos EUA

E esse aí é o Eric, um irlandês doido de tacar pedra. Aliás, não se esqueça de anotar o nome dos seres que você conhece pela noite em um guardanapo... ou vai acordar, olhar a câmera e se perguntar: "Quem são essas pessoas?"

Palácios e templos

As tentações da vida louca em Khao San Road são quase irresistíveis, mas chega uma hora em que é preciso tomar vergonha na cara e conhecer um outro lado de Bangkok. Como vocês já sabem, a Tailândia é uma monarquia constitucional, com primeiro-ministro e rei. E o monarca Rama IX é adorado pela população (um sentimento extremamente difícil de ser compreendido por um brasileiro que vê os representantes da realeza apenas como seres sortudos que herdaram injustamente muitos privilégios). Painéis com fotos do rei e da rainha estão espalhados por toda a cidade.

Fotos e ilustrações do rei estão por toda a parte

Há imagens do rei pescando, tirando fotografias ou em trajes especiais, como esta belezinha aqui

Fui fazer uma visitinha ao rei, mas a empregada me disse que ele foi visitar uns parentes

Por sorte, fui conhecer o palácio real justamente no dia em que era lembrado o aniversário de falecimento de um outro rei, Rama V. Esse monarca decretou a abolição da escravatura na Tailândia e um grande evento estava sendo organizado na praça do palácio.

A população levou flores e artigos religiosos do budismo para lembrar o rei Rama V

O evento aconteceu em torno da estátua do rei

Em árvores como esta, os súditos deixavam dinheiro de verdade - e não tinha ninguém vigiando!

Falar de Bangkok também é lembrar de Budismo. A religião afeta diretamente o turismo, pois os templos e monumentos budistas que compõem a vida cultural da cidade atraem milhões de pessoas todos os anos. A maioria dos mapas distribuídos gratuitamente trazem a localização das dezenas de templos e estátuas de Buda espalhados por Bangkok.

O Marble Temple (Wat Benchamabophit, em thai) é fantástico!

Os orientais fazem orações para Buda e os turistas fazem a festa

As estátuas são legais, mas precisava detalhar tanto a anatomia do leão?

Um dos templos mais conhecidos de Bangkok fica no alto de uma escadaria gigantesca. No topo da construção, conhecida como Golden Mount, os visitantes têm uma visão da cidade em 360 graus. Prepare-se para suar e bufar! A subida, em espiral, é interminável!

O início da subida... parece que vai ser fichinha

No meio do caminho já é possível ver boa parte da cidade

Essa estupa gigantesca fica no topo do Golden Mount

Aqui os visitantes podem fazer doações e escrever o nome de pessoas queridas, para quem os monges vão oferecer orações

Esta é a vista de Bangkok. Mas a cidade é mais bonita lá embaixo, onde tudo acontece

Vida de monge

Muitos monges budistas vão para Bangkok em busca de crescimento espiritual, pessoal e até profissional. No topo do Golden Mount tive a oportunidade incrível de conversar com alguns deles, que me ensinaram muitas lições de desapego e aprendizado.

O primeiro deles se chama Samnang. Ele perguntou de onde eu era e começamos a conversar. Ele tem 23 anos e estava em Bangkok apenas por uma semana – ele vive em um monastério no Norte da Tailândia. Depois de um tempinho papeando, pedi para tirar uma foto e paguei um dos maiores micos da minha vida. Explico: depois do clique com minha máquina, ele pediu para fazer outra foto com a câmera dele (afinal, a curiosidade sobre as diferenças de estilo de vida é recíproca). Quando coloquei novamente a mão no ombro dele, ele me pediu que retirasse… e explicou que era proibido tocar a pele de um monge! Pedi um milhão de desculpas e ele morreu de rir do ocidental imbecil, lógico. Minha cara incha só de lembrar.

A foto proibida: taquei a mão no ombro do monge! Que vergonha

Alguns minutos depois, enquanto eu passeava pelo terraço do Golden Mount, um outro garoto vestido com um manto laranja se aproximou e perguntou se eu poderia conversar com ele. Fiquei surpreso e topei, claro! Quem se recusaria a bater papo com um monge budista?

Este é o monge Ekkie

Ekkie tem 26 anos e vive em um monastério desde os 16, “porque sua família queria que ele se tornasse um monge”. Ele mora em Bangkok há sete anos e não pode ter namorada, mas confidenciou que alguns colegas do templo têm romances secretos com meninas da cidade. Assim que concluir sua graduação ele deixará a vida de monge para trabalhar com administração de empresas. Por isso, é importante que ele treine seu inglês – ele sempre puxa papo com os turistas no Golden Mount e, com um dicionário thai-inglês a tiracolo, já consegue se comunicar perfeitamente com os ocidentais. E antes de nos despedirmos, ele me passou o perfil dele no Facebook (!): “Mas a foto não é minha. É do Arnold Schwarzenegger”.

A foto com Ekkie: aqui eu já tinha aprendido!

Vendo os monges nas ruas e templos, conversando com Samnang e Ekkie e pesquisando um pouquinho, entendi que a vida de monge pode parecer um sacrifício, mas muitas vezes é uma oportunidade de ouro para garotos de famílias pobres. Nos monastérios eles têm acesso a educação de qualidade, segurança e crescimento espiritual – algo muito valorizado no Oriente.

Pequenos monges levam juntos uma mesa para o templo. É uma vida de trabalho...

...mas quem disse que monge não pode tomar sorvete?

Tive que interromper momentaneamente a etapa tailandesa da viagem para dar uma passadinha no Camboja. Escrevo de Siem Reap mas daqui a alguns dias retorno para Bangkok, de onde parto para as famosas ilhas paradisíacas do Sul da Tailândia. Até breve!

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48 respostas para Bangkok: loucura e paz de espírito

  1. Luís disse:

    Felipe, com inglês muito básico dá pra se virar por ai? Como vc fez com relação a moeda, trocou o dolar aqui no Brasil mesmo?

    • Fellipe Faria disse:

      Luís, dá sim, não passa aperto. Só pra se comunicar com outros mochileiros que pode dificultar mais, mas nada que prejudique sua viagem. Quando eu viajei a regra do IOF era outra e o dólar estava baixo, então eu saquei a grana toda em baht nos ATMs (tem muito caixa eletrônico nas conveniências). Abraço!

  2. Rodrigo disse:

    Ola Fellipe em questao de segurança o que vc pode me dizer da tailandia???

    • Fellipe Faria disse:

      Rodrigo, o que eu posso dizer é o que eu vivi… fora os scammers que tentam te oferecer voltinhas malucas de tuk-tuk, não passei por nada que fizesse me sentir em perigo. Só tem que ter cuidado com malandros, como em todo lugar turístico.

  3. Layse disse:

    Ola Felipe! A-do-rei seu jeito de escrever, muito humorado haha
    Entao, moro na Australia e em Junho estarei indo para Kuala Lumour (Malasya) e de la p Thailand, ou seja, entrarei em Thai pelo sul do pais e vou p Bangkok depois. Gostaria de conhecer uma ilha da Malasya, a Langkawi que ja fica no mar Andaman e de la embarcar para Krabi (Thai). Vc sabe dizer/tem conheciemnto dessa forma de chegar a Thai? Li em APENAS um blog q eh possivel ir de barco de Langwaki a Krabi, entao preciso de mais referencias. Thanks!!!

  4. marcos disse:

    eae blza? to indo pra bangkok passa um tempo rola ir pra praia no sul passa um fim de sema
    na? ou eh longe e fora de mao? valeu

  5. Vinícius disse:

    Fellipe, parabéns pelo blog! Muito organizado e com excelentes informações.

    Pela sua experiência, você acha que a média de gastos na Tailândia para a virada do ano e a mesma que em outros períodos, como o que você foi, por exemplo?
    E em relação a hospedagem também, dá pra ir sem reservas?

    Abs!

    • Fellipe Faria disse:

      Vinícius, a média de gastos vai ser a mesma se tu mantiver um “padrão mochileiro” (viajar de bus, ficar em hostel ou hotel barato, baladinhas ali na Khao San Road mesmo, etc!). Sobre as reservas, eu não reservei nada na Tailândia durante o mês todo que passei por lá (justamente porque fiquei em lugares mais baratos, então nem sei se tinha sistema de reserva hehehe). Abraço!

  6. Pedro disse:

    As mulheres la qual a variação de preços ? em boates e rua?

    • Fellipe Faria disse:

      Pedro, achei a tua pergunta bem direta!
      Olha, o que eu sei é que elas cobram bem menos que em boates chiques no Brasil. Mas se você for à Tailândia, tome cuidado para não apoiar uma realidade de exploração sexual que é muito, muito forte por lá.

  7. Luigi disse:

    Quanto aquela licença pra dirigir ? estou pensando em comprar uma hahahh eles vende para brasileiros ?

    • Fellipe Faria disse:

      Luigi, eles vendem pra brasileiros sim e o preço dessas coisas é de mais ou menos uns 10 dólares… só não garanto que um policial vai engolir a falsificação se te parar, haha. Abração!

      • Luigi disse:

        hahahaha e na europa ?! Será que consigo alugar um quadriciclo na grécia com isso ?! hahahahah ou pelo menos uma scooter em bali ?!

  8. Douglas Capucho disse:

    Oi..
    Eu gosto do jeito que voce escreve, admiro sua coragem em fazer tudo o que tem feito.
    Você é uma excelente pessoa.

    To vendo em 2013, mais ta valendo!!

    Um abraço!

  9. marcell Fonseca disse:

    Felilipe qual é o custo de uma viajem dessa? devo me organizar com quanto tempo de antecedência?

    • Fellipe Faria disse:

      Marcell,
      Evitei me debruçar sobre as minúcias das minhas finanças pra poder relaxar mais e ir vivendo conforme as minhas vontades (com um determinado limite, claro).
      Além disso, evitei indicar valores porque tudo depende TANTO de fatores externos como câmbio, inflação, situação econômica dos países, perfil do visitante do blog… não quis dizer que você gasta R$ 50 por dia em Bangkok porque você pode gastar metade disso (sim, é possível) ou dez vezes mais, dependendo da sua tolerância a sujeira, mais gente no quarto, comida de rua, etc. Imagino que outros mochileiros não deem essas informações pelo mesmo motivo. E como minha intenção é deixar esse blog aqui à disposição eterna de outras pessoas que queiram viver experiências parecidas, de um ano pra outro muda muita coisa.
      Eu me organizei de verdade com uns quatro meses de antecedência, mas isso também vai depender de quanto você tem na poupança e do seu nível de organização. Abraço!

  10. Pingback: Tailândia | 225 Dicas de Viagem | Domingão de Twittadas

  11. Romer disse:

    Quanto tempo em Bangkoc? para curtir legal uns 4 dias? e depois desce para as praias?

    • Fellipe Faria disse:

      Romer,
      Depende! Se você quer curtição e festa, dá pra ficar a semana toda em Khao San Road… mas se é só ponto turístico, templo, etc., 4 dias são suficientes! As praias são imperdíveis, não deixe de conhecer. Abraço!

  12. disse:

    Oi felipe, tudo bem? Tambem vou dar um rolê pela Asia em fevereiro e to acompanhando seu blog, muit legal! =) Você lembra do nome desse hotel que ficou em Bangkok?

    bjosss

    • Fellipe Faria disse:

      Oi, Nã! Eu já dei uma olhada no seu blog e vi que vocês estão a toda no planejamento da viagem… espero que dê tudo certo! Já linkei o Ásia de Mochila por aqui. Logo que eu tiver um tempinho vou ler o blog todo e deixar um comentário por lá!
      Quanto ao hotel, fiquei em dois:
      – O Deng Derm é excelente, tem um bom café da manhã, wi-fi na recepção e na piscina (que é uma beleza) e os quartos são fantásticos! O preço vai depender da época, mas se você quiser relaxar pagando pouco em comparação com a hospedagem no Brasil esta é uma boa opção na Khao San Road.
      – O Charoendee Hostel, em que fiquei depois de voltar das ilhas, é uma ótima opção para quem quer economizar mesmo. Os quartos são limpos, tem wi-fi na recepção e até um cafezinho incluso (mixuruca, mas dá pra enganar a fome de manhã). O preço é bem mais em conta que a maioria dos hostels da rua (e olha que eu pesquisei, viu?).
      Boa sorte!
      Beijão

  13. Denise disse:

    Oi Felipe, td bem?? Muito legal o seu blog!
    Na proxima semana estou indo com umas amigas p Thailandia,.. vi q vc respondeu q em bangkok a questao da chuva ta tranquilo… e nas ilhas, koh pi pi e etc? Ja foi p la?? Ta tranquilo?
    valeuuuu!! bjs

    • Fellipe Faria disse:

      Denise, as enchentes na Tailândia só afetaram a parte central do país, no entorno de Bangkok. As ilhas da Andaman Coast estão tranquilíssimas, pode vir com tudo! Acabei de vir embora de Koh Phi Phi, antes passei por Phuket e amanhã saio de Koh Samui direto para Koh Phangan, onde vai rolar a Full Moon Party. Não deixe de conhecer Phi Phi, é o lugar mais bonito que já vi na vida! O próximo post traz mais detalhes, mas já te tranquilizo e adianto que vocês vão adorar. Beijo e boa sorte!
      PS: Depois conta pra gente o que vocês acharam!

  14. Livia disse:

    Oi Felipe, tudo bem: estou indo em 1 semana pra la com umas amigas, quando vc voltou> como estao as aguas por bangkok> tudo muito alagado ainda> tenho visto noticias e fiquei um pouco preocupada.. se puder dar noticias, seria otimo!! bjs

  15. Papel disse:

    vc poderia ter avisado a este monge que os amigos dele estão pulando os muros do templo atrás de thai girls enquanto ele não deixa ninguem encostar no ombro dele…

  16. Carol Cirino disse:

    Fellipe, mto show este relato. Definitivamente você precisa publicar um livro (quem sabe não ganha $$ como escritor). Vc sempre escreveu muito bem, mas este post ficou diferente, sei lá, a cadência é mto natural e sua!! Parabéns pelo relato e pela coragem. Esta experiência de acompanhá-lo por aqui está sendo mto bacana msm!!! P.S: grilo salgadinho igual a cheetos? Eca. Eu tb experimentaria, mas msm assim: eca.

  17. Sarinha disse:

    Bolshoiiiiiiiiiiiiiiiiii, tô amando seu blog!!!! Que experiência maravilhosa!!! Vc merece!!! Aproveite tudo e continue colocando mtos posts, compartilhando conosco tudo. É sorriso na certa pq, além de ler, a gente vai imaginando cada cena… como da sua amiguinha ai de cima, da “amizade não tem idade”. kkkkkkkkkk Adorei!!!!

  18. BKS disse:

    É impressão minha ou vc está ficando mais moreno??? Compra logo um filtro solar…

  19. Verônica disse:

    NÃO ACREDITO que você comeu grilo frito!

  20. Guilherme Arêas disse:

    Putz, que foda. Acho que esse foi o melhor post até agora. Difícil escolher… Ri demais com o toque no ombro do monge.

  21. “O álcool e a música ajudam a perder a timidez”…ahan, como se vc fosse muito tímido ne!
    huahuahuahuahau!
    Creeeedo, comeu grilo! Que nojinho! rsrsrs

  22. Kécia disse:

    Tuudo de bom Fellipe! Quanta história, quanta diferença de costumes!
    A balada aí é boa mesmo hein… conhece gente dos 4 cantos do mundo!
    Escreva mais, coloque mais fotos….. estou viciada neste blog!
    Boa sorte no sul da Tailândia!
    Nem preciso desejar que aproveite pq isso tenho certeza que vc está fazendo muito bem!!
    Bjo.

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